Para dar continuidade a formação de professores de Marabá a Secretaria de Educação junto a equipe de formadores construiu projetos de formação por seguimento ou area de conhecimento, os mesmos atende os professores da Educação Infantil ao Nono ano do Ensino Fundamental. Para o segundo e terceiro ano do primeiro ciclo do ensino Fundamental estão à frente do projeto as professoras formadoras Maria Joaquina, Leuziane e Taciana, o projeto foi construida com base em indicativos previamente apresentados pelos professores na formação anterior em termo de temática e metodologia.Leia abaixo:
PREFEITO DE MARABÁ
Maurino Magalhães de Lima
SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
Ney Calandrini de Azevedo
DIRETOR DE ENSINO
José Orlando Lima de Moraes
COORDENADOR DO DEPTº DE PROGRAMAS, PROJETOSE
FORMAÇÃO CONTINUADA
Edson Rodrigues dos Anjos
COORDENADORA DO PROJETO
Luciléia Alves dos S. Silva
FORMADORES
Glendon da Costa Silva
Kênia Cristina Santos Monteiro
Leuziane Oliveira dos Santos
Maria Joaquina Silva Sousa
Marta Pereira da Silva
Taciana Vicente Araujo
EQUIPE DE
ELABORAÇÃO DO PROJETO
Kênia Cristina Santos Monteiro
(Licenciada
em Letras)
Leuziane Oliveira dos Santos
(Pedagoga,
especializanda em Gestão, Orientação e Supervisão escolar)
Luciléia Alves dos Santos Silva
(Pedagoga,
pós graduada em Língua Portuguesa: uma abordagem textual)
Maria Joaquina Silva Sousa
(Pedagoga)
Taciana Vicente Araujo
(Pedagoga)
“Herdando a
experiência adquirida, criando e recriando, integrando-se às condições de seu
contexto, respondendo a seus desafios, objetivando-se a si próprio,
discernindo, transcendendo, lança-se o homem num domínio que lhe é exclusivo –
o da História e o da Cultura.”
Paulo Freire
APRESENTAÇÃO
O Projeto Letramento em Prática é um curso de Formação Continuada
teórico com aprofundamento na prática docente, destinado aos professores
regentes em sala de aula do 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental. Este projeto é realizado pela Prefeitura de
Marabá através da Secretaria Municipal de Educação/Departamento de Programas,
Projetos e Formação Continuada, apoiado em dois pilares básicos: a ampliação do
universo de conhecimento dos professores e dos alunos e a reflexão e ação na e
sobre a prática pedagógica.
A finalidade dessa proposta é promover melhoria
na qualidade do ensino e aprendizagem na área de alfabetização e linguagem,
acrescentando aos conhecimentos dos professores, um trabalho marcado pela
inquietação e pelo desejo de oferecer aos alunos um percurso na escola
sustentado por uma cultura letrada. Para
tanto, busca-se aliar o conhecimento teórico a uma reflexão sobre as situações
reais observáveis na sala de aula.
A estrutura dessa formação está alicerçada na modalidade semipresencial com atividades presenciais e à
distância que serão acompanhadas pelos formadores. A duração deste curso será
de dois anos, organizado no sistema de revezamento de áreas entre os
professores cursistas, ou seja, os cursistas que fizeram linguagem no ano
seguinte farão matemática e vice-versa, contemplando os pólos: Nova Marabá,
Cidade Nova, Marabá Pioneira, Morada Nova e São Félix.
Sabemos que a qualificação do ensino envolve
muitos fatores e o principal deles é criar situações de ensino e aprendizagens significativas,
agindo intencionalmente na organização pedagógica e nos encaminhamentos
didáticos. Para isso, essa proposta orientará o educador a compreender
progressivamente as propriedades dos conteúdos que ensina e o modo de como os
aprendizes as internalizam.
E para assegurar uma formação continuada em
função da ampliação do universo cultural desses professores e de melhoria na
sua atuação profissional, o presente projeto apresenta-se com atividades
desafiadoras que respondem aos distintos usos na função social, possibilitando
às crianças a interação com maior variedade de materiais escritos,
estabelecendo critérios de agrupamentos produtivos e realizando intervenções
adequadas às necessidades individuais e coletivas da turma.
Outro aspecto considerado nesta proposta como
princípio norteador é a autonomia do professor como condutor desse processo,
inserido em um contexto que envolve: registros das práticas desenvolvidas no
âmbito da formação e na sala de aula; tematização da própria prática; leituras
e reflexões acerca do tema em discussão; análise das situações didáticas
(escritas e/ou vídeos) e planejamentos. Além desses aspectos, será incluído nos
encontros presenciais: um momento para os cursistas realizarem leituras
literárias para absoluto deleite, tendo inicialmente o formador como
leitor-modelo e o quadro Chuva de ideias - Tira dúvidas. E no decorrer desta
formação será integrado o projeto Leitura em família, onde os alunos
selecionarão e levarão numa sacola, uma vez por semana, um livro para ler com a
família.
Esses conteúdos serão aprofundados de maneira
progressiva e contínua, planejadas no âmbito dos projetos didáticos, das
sequências de atividades e das atividades habituais de leitura e escrita
inseridos na rotina das aulas— os quais serão objetos de estudo dos
professores, possibilitando dessa forma, o estabelecimento de novas
compreensões e reflexões, à medida que estiverem inseridos numa rede de
formação.
JUSTIFICATIVA
Ao longo dos últimos anos a formação
continuada na nossa rede de ensino apresenta-se como aliada do professor não
somente como um complemento da formação inicial, mas compreendendo que o
conhecimento jamais pode ser visto como algo completo e/ou esgotado, pois está
em constante inovação.
A busca pela qualidade de ensino é um dos pilares
que torna a formação continuada indispensável, pois vem favorecer para que as
práticas dos professores sejam sedimentadas no aprender a conhecer, aprender a
fazer, aprender a conviver, possibilitando o caráter reflexivo, considerando a prática do professor como
resultado da reflexão teórica junto à prática analisada e contextualizada, permitindo assim
redimensionarem sua profissionalidade, na medida em que se constituem como
sujeitos de suas práticas, analistas do contexto em que atuam, articuladores
dos conhecimentos teóricos, com as dinâmicas sociais e as necessidades de
aprendizagem de seus alunos.
Tendo em vista que ainda sentimos
necessidades de aprofundar no processo de formação vivenciado pelos professores,
observando a incoerência entre o que se discute no município sobre a
aprendizagem dos alunos e o modo em que parte desses docentes ainda sustenta
sua prática. E considerando especialmente que o ensino da língua passa por
etapas de transformação, resultado principalmente de inserção de novas
tecnologias, o que requer do professor a busca pela atualização e compreensão
dos meios que possibilitem o universo da língua com fins de uso como prática
social, é que elaboramos o Projeto Letramento em Prática.
Dessa forma esta proposta
pretende oferecer elementos que aproximem a formação continuada dos objetivos,
conteúdos e metodologias da escola, levando em conta o contexto escolar,
projeto pedagógico e a proposta curricular do município, visando trabalhar o
ensino de Língua Portuguesa não de forma
geral, mas particularizada, atendendo as particularidades e especificidades de
cada ano do ciclo de forma a garantir uma melhor qualidade de ensino pelos
professores em sala de aula, fazendo da escola um âmbito onde leitura e escrita
sejam práticas vivas e vitais.
È necessário compreendermos a
formação como parte integrada do processo ensino e aprendizagem, onde secretaria de educação, escola e comunidade
possibilite a prática de situações de aprendizagem que torne os alunos leitores
e escritores competentes e cidadãos conscientes e atuantes na cultura letrada.
É importante também que não se
perca de vista outro pilar que dá sustentação à formação contínua do professor
que diz respeito ao desenvolvimento de
atitude investigativa, autônoma, capaz de refletir, analisar criar e recriar
novas posturas. Para (ESTRELA, 2002 p.149) A formação continuada “é um problema
de devir e de desenvolvimento da pessoa professor que forma sua consciência,
entendida como capacidade de reflexão sobre o mundo, sobre as próprias
atividades e sobre si mesmo, uma consciência inserida na consciência social e
na consciência profissional”.
Portanto, se faz necessário que
os professores deixem de ser meros consumidores de conhecimentos e passem a
produzi-los, numa perspectiva colaborativa, valorizando a si e as suas
experiências,
seus parceiros, construindo um novo olhar a partir do cotidiano da
escola.
OBJETIVO GERAL
Oferecer suporte à ação pedagógica dos professores dos
anos/séries iniciais do ensino fundamental, contribuindo para elevar a
qualidade do ensino e da aprendizagem em alfabetização e letramento, bem como
provocar transformações na qualidade do ensino, tornando os professores
competentes e autônomos para: imprimir ao seu trabalho as diretrizes
curriculares de seu Município, incorporando as diretrizes curriculares
nacionais e adequando às condições locais.
EXPECTATIVAS DE
APRENDIZAGENS DOS PROFESSORES
ü
Planejar situações
de aprendizagem efetiva e de qualidade, considerando a realidade cultural e as
expectativas dos alunos, sua maneira de aprender e as características das áreas
de alfabetização e linguagem.
ü Desenvolver situações de aprendizagem, de modo a
mobilizar interesses, experiências e conceitos prévios dos alunos e a
estimulá-los a construir novos conhecimentos.
ü
Dominar conceitos
básicos e relações entre conceitos do campo de conhecimento sobre o
desenvolvimento e a aprendizagem, considerando as especificidades da faixa
etária correspondente aos quatro dos 5
anos iniciais do ensino fundamental.
ü
Contribuir para o
debate e a reflexão sobre o papel da escola e do professor na perspectiva do
desenvolvimento de uma prática de transformação da ação pedagógica.
ü
Criar espaços de
aprendizagem coletiva, incentivando a prática de encontros para estudar a troca
de experiências e o trabalho coletivo nas escolas.
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
A formação continuada na área de
linguagem e alfabetização pretendida aos professores do 1º ao 5º ano do Ensino
Fundamental deve atender à concepção de ensino e aprendizagem presente
atualmente na rede municipal de educação de Marabá. Tal concepção pressupõe o
ensino como forma planejada de dar condições para o aluno avançar seus
conhecimentos e aprendizagem como ato reflexivo e ação de significação mental
por parte do aprendiz, que é visto como sujeito formulador de hipóteses, dotado
de conhecimentos os quais devem ser mobilizados para a assimilação de novos
saberes. Segundo WEISZ (2002), cabe ao professor dar as condições para que o
aluno possa exercer a sua ação de aprender, proporcionando a ele situações
didáticas que favoreçam tal aprendizagem.
Diante desta concepção busca-se formatar
um programa de formação que atenda as necessidades didáticas dos professores
envolvidos, valorizando os saberes e conceitos já consolidados e presentes em
suas práticas, e, a partir disso, introduzir novas informações, promover a
problematização de temas e levar tais professores à refletirem sobre conceitos
e práticas ainda não incorporadas no cotidiano escolar.
“O
professor precisa compreender o caminho de aprendizagem que o aluno está
percorrendo naquele momento e, em função disso, identificar as informações e as
atividades que permitam a ele avançar do patamar de conhecimentos que já
conquistou para outro mais evoluído.” (WEISZ: 2002, pág.)
Como aprendiz, caberá a cada professor o
envolvimento nesse processo formativo, buscando desenvolver sua autonomia
intelectual, agindo sobre os conteúdos a serem abordados durante os períodos
formativos como objeto do conhecimento a ser internalizado.
“O tempo da aprendizagem é o presente
[...] Não importa se este presente é longo ou breve, mas sim o interesse, a
qualidade das ações e os recursos mobilizados nos processos de interação do
sujeito com seus objetos de saber.” (MACEDO: 2010, 182).
MACEDO (2010) esclarece ainda que embora
o ensinar pressuponha uma etapa inicial e final, sendo tais etapas planejadas
com base em objetivos propostos, o ato de aprender não possui a mesma
correspondência temporal, pois ele é mediado pelo sujeito aprendiz que estabelece
um tempo de aprendizagem atendendo às suas necessidades individuais e a suas
motivações. Sendo assim, embora se compreenda um projeto de formação com
período definido, supõe-se que as aprendizagens que surgirão dele não poderão
ser mensuradas ou concluídas, pois se refarão cotidianamente nas práticas dos
professores.
Considera-se ainda a importância de que
tal programa formativo se desenvolva de modo continuado por entender a
necessidade de estarem sendo articulados conceitos e procedimentos que se
buscará efetivar nas práticas dos professores envolvidos dentro de um processo
formativo demandante de tempo. Desse modo, não se busca um trabalho formativo
episódico ou isolado, mas algo periódico, sistemático e processual. Segundo
MORAES (2010), devemos assumir a formação de professores como tarefa contínua,
nunca concluída.
Os conteúdos na área de linguagem a
serem abordados durante o processo formativo pretendido atenderão às
necessidades da rede de ensino, particularmente às turmas do 1º ou 5º ano,
devendo ser enfatizados conceitos e procedimentos didáticos que levam os
professores a ampliarem seus conhecimentos quanto ao ensino na Língua
portuguesa e à didática da alfabetização.
Embora a rede municipal de ensino já
tenha vivenciado outros programas formativos na área de linguagem e
alfabetização, pretende-se dar continuidade às discussões e estudos nesta área,
buscando aprofundamento especialmente no que toca ao planejamento de situações
didáticas adequadas e autênticas de leitura, escrita e oralidade.
Entende-se como situações didáticas
autênticas de leitura e escrita aquelas que são desenvolvidas dentro de
práticas sociais reais. Segundo COLOMER & CAMPS (2002), é condição
fundamental ao se ensinar a ler e escrever que sejam oportunizados aos alunos a
vivência de tais conteúdos em contextos reais, tendo claro os objetivos e a
intenção comunicativa. Diante disso, serão oferecidos momentos formativos que
levem os professores a refletirem sobre de que modo se dá o ensino da linguagem
escrita nas práticas educativas que desenvolvem juntos aos seus alunos, a
analisarem o planejamento destas práticas, e, a introduzirem procedimentos
didáticos efetivos. Para tanto, é preciso que os professores estejam expostos a
novas idéias, conceitos e práticas e apropriem-se de conhecimentos específicos
na área da didática, os quais serão priorizados ao longo da formação prevista.
CARACTERIZAÇÃO
DO PROJETO
PÚBLICO ALVO:
Esta formação atenderá 550 cursistas,
sendo estes, professores regentes de classe que atuam com alunos de 2º ao 5º ano do Ensino
Fundamental, concursados ou contratados em vaga.
ESTRUTURA
DE FUNCIONAMENTO
Tempo previsto de duração do curso: 2 anos, sendo que 1 ano será para
linguagem e 1 para matemática no período de
14/03/2012 a 06/11/2012.
O curso terá duração de 96 horas, assim
distribuídos:
1. Encontros presenciais com
a carga horária de 64 horas.
§ 08
encontros de 8 horas mensais, sendo que o último encontro contempla o
encerramento do curso com workshopp.
2.
Atividades
à distância correspondem a 32 horas, contemplando:
§ Registros
( relatórios, fotos e vídeos);
§ Planejamentos;
§ Aplicação
das atividades em sala de aula;
§ Leituras
complementares.
Distribuição da carga horária nos
encontros presenciais.
DATA
|
MÊS
|
14
|
Março
|
12
|
Abril
|
9
|
Maio
|
13
|
Junho
|
14
|
Agosto
|
12
|
Setembro
|
4
|
Outubro
|
6
|
Novembro
|
A formação acontecerá uma vez por mês
nos turno matutino e vespertino, com oito horas de duração para Alfabetização e Linguagem e oito horas para Matemática, Esses cursistas terão uma hora por
semana na escola no horário da disciplina de Educação Física ou Artes para
realizar as atividades orientadas pela sua formadora. Caso não tenha esses profissionais na escola terão direito de 2 horas,
uma vez ao mês a ser negociado com o(a) diretor(a) e coordenador(a) pedagógico(a).
REVEZAMENTO
No revezamento terão direito de realizar
inscrição: cursistas que participaram da
1ª etapaprofessores de 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, ou seja, os
professores que estavam na 1ª etapa cursando Língua portuguesa, no revezamento,
farão Matemática e vice-versa.
É importante ressaltar que o
professor cursista será certificado considerando a carga horária obtida.
ORGANIZAÇÃO DAS TURMAS
__ 1ª ETAPA
Esse projeto contemplará 12 (doze)
turmas que serão distribuídas entre 06(seis) tutores que mediarão os estudos de
Linguagem e 6(seis) tutores de
Matemática, perfazendo um total aproximado de 25 a 40 professores para cada formador.
2º e 3º anos
QUANTIDADE
DE
TURMAS
|
FORMADOR (A)
|
ESCOLA
|
QUANTIDADE DE PROFESSORES
POR
ESCOLA
|
TOTAL
DE PROFESSORES
|
01
|
Leuziane
Oliveira dos Santos
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
01
|
Maria
Joaquina Silva Sousa
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
01
|
Taciana
Vicente Araujo
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
4º e 5º anos
QUANTIDADE
DE
TURMAS
|
FORMADOR (A)
|
ESCOLA
|
QUANTIDADE DE PROFESSORES
POR
ESCOLA
|
TOTAL
DE PROFESSORES
|
01
|
Kênia
Cristina Santos Monteiro
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
01
|
Marta Pereira da Silva
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
01
|
Glendon
da Costa Silva
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
ORGANIZAÇÃO DAS UNIDADES
Essa
proposta será organizada em oito unidades, nas quais constará texto de
fundamentação teórica, dicas do formador, análise e planejamento de situações
didáticas, registro, Chuva de ideias. Os encontros de formação contarão com a
seguinte dinâmica:
ü
Leitura
compartilhada;
ü
Socialização
das atividades realizadas;
ü
Momento
Chuva de ideias com base em uma temática (entrevistas, dicas e etc...)
ü
Estudo
do texto de fundamentação teórica;
ü
Planejamento
de atividades ( diário, sequência didática, projetos, etc.) ou oficinas;
ü
Avaliação
dos encontros.
MATERIAIS QUE COMPÕEM O
PROJETO
Essa
proposta é composta por materiais escritos e vídeos.
A
escola receberá um caderno/ proposta de estudo + 1 DVD contendo projetos
didáticos.
Cada
professor cursista receberá 1 DVD contendo projetos didáticos e um caderno/
proposta de estudo.
ü Textos
extraídos de livros, revistas, internet, etc;
ü Entrevistas
com especialistas;
ü Jogos
pedagógicos;
ü Dicas do
formador;
ACOMPANHAMENTO PEDAGÓGICO
O acompanhamento pedagógico será
realizado de forma presencial e online.
O
acompanhamento pedagógico realizado na escola será bimestralmente. No
entanto, os professores cursistas serão atendidos mensalmente pelo formador
responsável, ou seja, no mês em que a escola não estiver no cronograma de
atendimento presencial, esta será atendida de forma online, com data
previamente definida.
O
tempo destinado para o acompanhamento será de oito dias, distribuído da
seguinte forma: cinco dias para acompanhamento presencial na própria escola e
três dias para acompanhamento online.
No acompanhamento será
contemplado:
·
Orientação de atividades propostas no encontro
presencial;
·
Orientação do planejamento (se necessário,
planejar junto com o professor);
·
Análise e devolutiva de planejamentos,
projetos, atividades e relatórios;
·
Observação de aplicação da aula/atividade planejada;
·
Observação do ambiente alfabetizador.
- Blog da turma _ Plantão das dúvidas.
·
Auxílio pedagógico no que for necessário para
avançar nas aprendizagens de professores e de seus respectivos alunos.
TRABALHO EM EQUIPE ___ AÇÃO
DE CADA UM
Coordenadora do projeto
A coordenadora é uma profissional da
Secretaria de Educação e a sua função é:
ü
Acompanhar e
dinamizar formação continua no município;
ü
Participar das
reuniões e dos encontros agendados pelo departamento de formação;
ü
Subsidiar as
ações dos formadores;
ü
Tomar decisões de
caráter administrativo e logístico;
ü
Garantir
condições materiais e institucionais para o desenvolvimento da formação.
Formador (a)
O (a) formador(a) é o(a) profissional que
assume a missão de articulação de todo o sistema de ensino e aprendizagem, quer
na modalidade semipresencial, quer na modalidade a distância.
O (a) formador(a) tem papel fundamental,
pois garante a inter-relação personalizada e contínua do cursista no sistema e
viabiliza a articulação necessária entre os elementos do processo e execução
dos objetivos propostos. Sendo assim, esse profissional será o responsável por
um conjunto de ações educativas que contribuirão para desenvolver e potencializar
as capacidades básicas dos professores em formação, orientando-os a obterem
crescimento intelectual e ajudando-os a tomar decisões em vista de seus
desempenhos e participação como aluno.
Como mediador nesse processo, o formador
estará atuando como interprete do curso junto ao aluno, esclarecendo suas
dúvidas, articulando teoria e prática. É acompanhando o cotidiano desse
professor cursista que se torna possível avaliar se ele está desenvolvendo um
processo de ação-reflexão-ação, que lhe permita, com o auxílio da teoria,
pensar sua prática e tentar modificá-la. Portanto, o professor formador deve
acompanhar, motivar, orientar estimular a aprendizagem autônoma do cursista
utilizando metodologias adequadas para facilitar a aprendizagem.
Indicativos
para a prática do professor formador:
ü
Atuar
como mediador, conhecer a realidade dos professores em todas as dimensões
(pessoal, profissional, social, familiar, etc);
ü
Expressar
uma atitude de receptividade diante do professor e assegurar um clima motivacional;
ü
Oferecer
possibilidades permanentes de diálogo, saber ouvir, ser empático e manter uma
atitude de cooperação;
ü
Usar
exemplos ligados a situações reais dos professores para que na aprendizagem
intervenham de forma sistemática;
ü
Considerar
os conhecimentos teóricos e práticos que os professores possuem para que possam
aprofundá-lo de acordo com a temática em estudo;
ü
Incentivar
os professores a terem curiosidade pelo desconhecido e para a pesquisa.
Professor (a)
O professor é o sujeito, o construtor da
própria aprendizagem e tem a possibilidade de conduzi-lo de um modo próprio,
mais adequado às suas necessidades e possibilidade. Portanto, participar de um
curso de formação não é simplesmente para aguçar o intelecto e sim, para que o
trabalho de sala de aula seja produtivo e para que as crianças possam avançar
em sues conhecimentos. Nesse sentido, o professor cursista além de participar
dos encontros presenciais deverá também estudar o material uma hora por semana
e obrigatoriamente aplicar o conteúdo da formação em sala de aula para os
alunos. Tendo em vista que sala de aula é um laboratório onde devemos testar
nossas aprendizagens.
Coordenador (a) da escola
O professor coordenador deve oferecer
condições para que o professor cursista possa aplicar na sala de aula as
atividades sugeridas pelo formador, uma vez que o propósito desse projeto é
elevar a aprendizagem dos alunos com qualidade. Para tanto, o coordenador
pedagógico deverá incentivar os professores e orientá-los na ausência do
formador.
CRONGRAMA DE TRABALHO (em anexo)
AVALIAÇÃO
Os cursistas serão avaliados
mediante as seguintes atividades:
ü Assiduidade
nos encontros presenciais;
ü Participar
ativamente das atividades propostas nos encontros presenciais;
ü Realizar
as atividades individuais à distância;
ü Desenvolver
as atividades propostas para a sala de aula;
ü Construção
de um caderno de registro contendo as discussões pertinentes dos encontros de
formação e registros das atividades a distância;
ü Escrever
relatórios de atividades realizadas na escola.
BIBLIOGRAFIA
COLOMER,
Tereza & CAMPS, Anna. Ensinar a ler e, ensinar a compreender; tradução
Fátima Murad – Porto Alegre: Artmed, 2002.
FERRERA,
Naura Syria Carapeto (org.). Formação Continuada e Gestão da Educação.- 2ª
edição- São Paulo: Cortez, 2006.
WEISZ,
Telma. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Editora Ática,
2002.
MACEDO,
Lino de. 30 Olhares para o futuro. São Paulo: Escola da Vila – Centro de
Formação, 2010.
baixo: