RSS
Wecome to my Blog, enjoy reading :)

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Projeto de Formação "Letramento em Prática

Para dar continuidade a formação de professores de Marabá a Secretaria de Educação   junto a equipe de formadores construiu projetos de formação por seguimento ou area de conhecimento, os mesmos atende os professores da Educação Infantil ao  Nono ano do Ensino Fundamental. Para o segundo e terceiro ano do primeiro ciclo do ensino Fundamental estão à frente do projeto as professoras formadoras Maria Joaquina, Leuziane e Taciana, o projeto foi construida com base em indicativos previamente apresentados  pelos professores na formação anterior em termo de temática e metodologia.Leia abaixo:
PREFEITO DE MARABÁ
Maurino Magalhães de Lima


SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
Ney Calandrini de Azevedo


DIRETOR DE ENSINO
José Orlando Lima de Moraes


COORDENADOR DO DEPTº DE PROGRAMAS, PROJETOSE FORMAÇÃO CONTINUADA
Edson Rodrigues dos Anjos

COORDENADORA DO PROJETO
Luciléia Alves dos S. Silva


FORMADORES

Glendon da Costa Silva
Kênia Cristina Santos Monteiro
Leuziane Oliveira dos Santos
Maria Joaquina Silva Sousa
                                                     Marta Pereira da Silva
Taciana Vicente Araujo


EQUIPE DE ELABORAÇÃO DO PROJETO

Kênia Cristina Santos Monteiro
(Licenciada em Letras)

Leuziane Oliveira dos Santos
(Pedagoga, especializanda em Gestão, Orientação e Supervisão escolar)


Luciléia Alves dos Santos Silva
(Pedagoga, pós graduada em Língua Portuguesa: uma abordagem textual)


Maria Joaquina Silva Sousa
                                                   (Pedagoga)


Taciana Vicente Araujo
                                                   (Pedagoga)






“Herdando a experiência adquirida, criando e recriando, integrando-se às condições de seu contexto, respondendo a seus desafios, objetivando-se a si próprio, discernindo, transcendendo, lança-se o homem num domínio que lhe é exclusivo – o da História e o da Cultura.”
Paulo Freire


APRESENTAÇÃO

O Projeto Letramento em Prática é um curso de Formação Continuada teórico com aprofundamento na prática docente, destinado aos professores regentes em sala de aula do 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental.  Este projeto é realizado pela Prefeitura de Marabá através da Secretaria Municipal de Educação/Departamento de Programas, Projetos e Formação Continuada, apoiado em dois pilares básicos: a ampliação do universo de conhecimento dos professores e dos alunos e a reflexão e ação na e sobre a prática pedagógica.
A finalidade dessa proposta é promover melhoria na qualidade do ensino e aprendizagem na área de alfabetização e linguagem, acrescentando aos conhecimentos dos professores, um trabalho marcado pela inquietação e pelo desejo de oferecer aos alunos um percurso na escola sustentado por uma cultura letrada. Para tanto, busca-se aliar o conhecimento teórico a uma reflexão sobre as situações reais observáveis na sala de aula.

A estrutura dessa formação está alicerçada na modalidade semipresencial com atividades presenciais e à distância que serão acompanhadas pelos formadores. A duração deste curso será de dois anos, organizado no sistema de revezamento de áreas entre os professores cursistas, ou seja, os cursistas que fizeram linguagem no ano seguinte farão matemática e vice-versa, contemplando os pólos: Nova Marabá, Cidade Nova, Marabá Pioneira, Morada Nova e São Félix.

Sabemos que a qualificação do ensino envolve muitos fatores e o principal deles é criar situações de ensino e aprendizagens significativas, agindo intencionalmente na organização pedagógica e nos encaminhamentos didáticos. Para isso, essa proposta orientará o educador a compreender progressivamente as propriedades dos conteúdos que ensina e o modo de como os aprendizes as internalizam.

E para assegurar uma formação continuada em função da ampliação do universo cultural desses professores e de melhoria na sua atuação profissional, o presente projeto apresenta-se com atividades desafiadoras que respondem aos distintos usos na função social, possibilitando às crianças a interação com maior variedade de materiais escritos, estabelecendo critérios de agrupamentos produtivos e realizando intervenções adequadas às necessidades individuais e coletivas da turma.

Outro aspecto considerado nesta proposta como princípio norteador é a autonomia do professor como condutor desse processo, inserido em um contexto que envolve: registros das práticas desenvolvidas no âmbito da formação e na sala de aula; tematização da própria prática; leituras e reflexões acerca do tema em discussão; análise das situações didáticas (escritas e/ou vídeos) e planejamentos. Além desses aspectos, será incluído nos encontros presenciais: um momento para os cursistas realizarem leituras literárias para absoluto deleite, tendo inicialmente o formador como leitor-modelo e o quadro Chuva de ideias - Tira dúvidas. E no decorrer desta formação será integrado o projeto Leitura em família, onde os alunos selecionarão e levarão numa sacola, uma vez por semana, um livro para ler com a família.

Esses conteúdos serão aprofundados de maneira progressiva e contínua, planejadas no âmbito dos projetos didáticos, das sequências de atividades e das atividades habituais de leitura e escrita inseridos na rotina das aulas— os quais serão objetos de estudo dos professores, possibilitando dessa forma, o estabelecimento de novas compreensões e reflexões, à medida que estiverem inseridos numa rede de formação.

JUSTIFICATIVA
        Ao longo dos últimos anos a formação continuada na nossa rede de ensino apresenta-se como aliada do professor não somente como um complemento da formação inicial, mas compreendendo que o conhecimento jamais pode ser visto como algo completo e/ou esgotado, pois está em constante inovação.

A busca pela qualidade de ensino é um dos pilares que torna a formação continuada indispensável, pois vem favorecer para que as práticas dos professores sejam sedimentadas no aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver, possibilitando o caráter reflexivo, considerando a prática do professor como resultado da reflexão teórica junto à prática analisada e contextualizada, permitindo assim redimensionarem sua profissionalidade, na medida em que se constituem como sujeitos de suas práticas, analistas do contexto em que atuam, articuladores dos conhecimentos teóricos, com as dinâmicas sociais e as necessidades de aprendizagem de seus alunos.
Tendo em vista que ainda sentimos necessidades de aprofundar no processo de formação vivenciado pelos professores, observando a incoerência entre o que se discute no município sobre a aprendizagem dos alunos e o modo em que parte desses docentes ainda sustenta sua prática. E considerando especialmente que o ensino da língua passa por etapas de transformação, resultado principalmente de inserção de novas tecnologias, o que requer do professor a busca pela atualização e compreensão dos meios que possibilitem o universo da língua com fins de uso como prática social, é que elaboramos o Projeto Letramento em Prática.
Dessa forma esta proposta pretende oferecer elementos que aproximem a formação continuada dos objetivos, conteúdos e metodologias da escola, levando em conta o contexto escolar, projeto pedagógico e a proposta curricular do município, visando trabalhar o ensino de Língua Portuguesa  não de forma geral, mas particularizada, atendendo as particularidades e especificidades de cada ano do ciclo de forma a garantir uma melhor qualidade de ensino pelos professores em sala de aula, fazendo da escola um âmbito onde leitura e escrita sejam práticas vivas e vitais.
È necessário compreendermos a formação como parte integrada do processo ensino e aprendizagem, onde  secretaria de educação, escola e comunidade possibilite a prática de situações de aprendizagem que torne os alunos leitores e escritores competentes e cidadãos conscientes e atuantes na cultura letrada.
É importante também que não se perca de vista outro pilar que dá sustentação à formação contínua do professor que diz respeito ao desenvolvimento de atitude investigativa, autônoma, capaz de refletir, analisar criar e recriar novas posturas. Para (ESTRELA, 2002 p.149) A formação continuada “é um problema de devir e de desenvolvimento da pessoa professor que forma sua consciência, entendida como capacidade de reflexão sobre o mundo, sobre as próprias atividades e sobre si mesmo, uma consciência inserida na consciência social e na consciência profissional”.
Portanto, se faz necessário que os professores deixem de ser meros consumidores de conhecimentos e passem a produzi-los, numa perspectiva colaborativa, valorizando a si e as suas experiências, seus parceiros, construindo um novo olhar a partir do cotidiano da escola.


OBJETIVO GERAL

Oferecer suporte à ação pedagógica dos professores dos anos/séries iniciais do ensino fundamental, contribuindo para elevar a qualidade do ensino e da aprendizagem em alfabetização e letramento, bem como provocar transformações na qualidade do ensino, tornando os professores competentes e autônomos para: imprimir ao seu trabalho as diretrizes curriculares de seu Município, incorporando as diretrizes curriculares nacionais e adequando às condições locais.


EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGENS DOS PROFESSORES

ü  Planejar situações de aprendizagem efetiva e de qualidade, considerando a realidade cultural e as expectativas dos alunos, sua maneira de aprender e as características das áreas de alfabetização e linguagem.

ü Desenvolver situações de aprendizagem, de modo a mobilizar interesses, experiências e conceitos prévios dos alunos e a estimulá-los a construir novos conhecimentos.

ü  Dominar conceitos básicos e relações entre conceitos do campo de conhecimento sobre o desenvolvimento e a aprendizagem, considerando as especificidades da faixa etária correspondente aos  quatro dos 5 anos iniciais do ensino fundamental.

ü  Contribuir para o debate e a reflexão sobre o papel da escola e do professor na perspectiva do desenvolvimento de uma prática de transformação da ação pedagógica.

ü  Criar espaços de aprendizagem coletiva, incentivando a prática de encontros para estudar a troca de experiências e o trabalho coletivo nas escolas.




FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
A formação continuada na área de linguagem e alfabetização pretendida aos professores do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental deve atender à concepção de ensino e aprendizagem presente atualmente na rede municipal de educação de Marabá. Tal concepção pressupõe o ensino como forma planejada de dar condições para o aluno avançar seus conhecimentos e aprendizagem como ato reflexivo e ação de significação mental por parte do aprendiz, que é visto como sujeito formulador de hipóteses, dotado de conhecimentos os quais devem ser mobilizados para a assimilação de novos saberes. Segundo WEISZ (2002), cabe ao professor dar as condições para que o aluno possa exercer a sua ação de aprender, proporcionando a ele situações didáticas que favoreçam tal aprendizagem.


Diante desta concepção busca-se formatar um programa de formação que atenda as necessidades didáticas dos professores envolvidos, valorizando os saberes e conceitos já consolidados e presentes em suas práticas, e, a partir disso, introduzir novas informações, promover a problematização de temas e levar tais professores à refletirem sobre conceitos e práticas ainda não incorporadas no cotidiano escolar.


“O professor precisa compreender o caminho de aprendizagem que o aluno está percorrendo naquele momento e, em função disso, identificar as informações e as atividades que permitam a ele avançar do patamar de conhecimentos que já conquistou para outro mais evoluído.” (WEISZ: 2002, pág.)

Como aprendiz, caberá a cada professor o envolvimento nesse processo formativo, buscando desenvolver sua autonomia intelectual, agindo sobre os conteúdos a serem abordados durante os períodos formativos como objeto do conhecimento a ser internalizado.


“O tempo da aprendizagem é o presente [...] Não importa se este presente é longo ou breve, mas sim o interesse, a qualidade das ações e os recursos mobilizados nos processos de interação do sujeito com seus objetos de saber.” (MACEDO: 2010, 182).

MACEDO (2010) esclarece ainda que embora o ensinar pressuponha uma etapa inicial e final, sendo tais etapas planejadas com base em objetivos propostos, o ato de aprender não possui a mesma correspondência temporal, pois ele é mediado pelo sujeito aprendiz que estabelece um tempo de aprendizagem atendendo às suas necessidades individuais e a suas motivações. Sendo assim, embora se compreenda um projeto de formação com período definido, supõe-se que as aprendizagens que surgirão dele não poderão ser mensuradas ou concluídas, pois se refarão cotidianamente nas práticas dos professores.


Considera-se ainda a importância de que tal programa formativo se desenvolva de modo continuado por entender a necessidade de estarem sendo articulados conceitos e procedimentos que se buscará efetivar nas práticas dos professores envolvidos dentro de um processo formativo demandante de tempo. Desse modo, não se busca um trabalho formativo episódico ou isolado, mas algo periódico, sistemático e processual. Segundo MORAES (2010), devemos assumir a formação de professores como tarefa contínua, nunca concluída.


Os conteúdos na área de linguagem a serem abordados durante o processo formativo pretendido atenderão às necessidades da rede de ensino, particularmente às turmas do 1º ou 5º ano, devendo ser enfatizados conceitos e procedimentos didáticos que levam os professores a ampliarem seus conhecimentos quanto ao ensino na Língua portuguesa e à didática da alfabetização.


Embora a rede municipal de ensino já tenha vivenciado outros programas formativos na área de linguagem e alfabetização, pretende-se dar continuidade às discussões e estudos nesta área, buscando aprofundamento especialmente no que toca ao planejamento de situações didáticas adequadas e autênticas de leitura, escrita e oralidade.


Entende-se como situações didáticas autênticas de leitura e escrita aquelas que são desenvolvidas dentro de práticas sociais reais. Segundo COLOMER & CAMPS (2002), é condição fundamental ao se ensinar a ler e escrever que sejam oportunizados aos alunos a vivência de tais conteúdos em contextos reais, tendo claro os objetivos e a intenção comunicativa. Diante disso, serão oferecidos momentos formativos que levem os professores a refletirem sobre de que modo se dá o ensino da linguagem escrita nas práticas educativas que desenvolvem juntos aos seus alunos, a analisarem o planejamento destas práticas, e, a introduzirem procedimentos didáticos efetivos. Para tanto, é preciso que os professores estejam expostos a novas idéias, conceitos e práticas e apropriem-se de conhecimentos específicos na área da didática, os quais serão priorizados ao longo da formação prevista.


CARACTERIZAÇÃO DO PROJETO

     PÚBLICO ALVO:
      Esta formação atenderá 550 cursistas, sendo estes, professores regentes de classe que atuam     com alunos de 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental, concursados ou contratados em vaga.

     ESTRUTURA DE FUNCIONAMENTO
Tempo previsto de duração do curso: 2 anos, sendo que 1 ano será para linguagem e 1 para matemática no período de  14/03/2012 a 06/11/2012.
O curso terá duração de 96 horas, assim distribuídos:

1.      Encontros presenciais com a carga horária de 64 horas.
§  08 encontros de 8 horas mensais, sendo que o último encontro contempla o encerramento do curso com workshopp.

2.      Atividades à distância correspondem a 32 horas, contemplando:
§  Registros ( relatórios, fotos  e vídeos);
§  Planejamentos;
§  Aplicação das atividades em sala de aula;
§  Leituras complementares.

       Distribuição da carga horária nos encontros presenciais.

DATA
MÊS
14
Março
12
Abril
9
Maio
13
Junho
14
Agosto
12
Setembro
4
Outubro
6
Novembro








A formação acontecerá uma vez por mês nos turno matutino e vespertino, com oito horas de duração para Alfabetização e Linguagem e oito horas para Matemática, Esses cursistas terão uma hora por semana na escola no horário da disciplina de Educação Física ou Artes para realizar as atividades orientadas pela sua formadora. Caso não tenha esses profissionais na escola terão direito de 2 horas, uma vez ao mês a ser negociado com o(a) diretor(a) e coordenador(a)  pedagógico(a).

           REVEZAMENTO
No revezamento terão direito de realizar inscrição: cursistas que participaram da 1ª etapa­professores de 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, ou seja, os professores que estavam na 1ª etapa cursando Língua portuguesa, no revezamento, farão Matemática e vice-versa.
           É importante ressaltar que o professor cursista será certificado considerando a carga horária obtida.




ORGANIZAÇÃO DAS TURMAS __ 1ª ETAPA
Esse projeto contemplará 12 (doze) turmas que serão distribuídas entre 06(seis) tutores que mediarão os estudos de Linguagem e 6(seis)  tutores de Matemática, perfazendo um total aproximado de 25 a 40  professores para cada formador.



2º e 3º anos
QUANTIDADE
     DE TURMAS

FORMADOR (A)
ESCOLA
QUANTIDADE        DE PROFESSORES
POR          ESCOLA
TOTAL
DE PROFESSORES






         
          01






Leuziane Oliveira dos Santos
























        





          01






Maria Joaquina Silva Sousa






















       






         01






Taciana Vicente Araujo






























4º e 5º anos
QUANTIDADE
     DE TURMAS

FORMADOR (A)
ESCOLA
QUANTIDADE        DE PROFESSORES
POR          ESCOLA
TOTAL
DE PROFESSORES






          01





Kênia Cristina Santos Monteiro






















        





         01






Marta Pereira da Silva






















        




          01





Glendon da Costa Silva





























ORGANIZAÇÃO DAS UNIDADES

Essa proposta será organizada em oito unidades, nas quais constará texto de fundamentação teórica, dicas do formador, análise e planejamento de situações didáticas, registro, Chuva de ideias. Os encontros de formação contarão com a seguinte dinâmica:
ü  Leitura compartilhada;
ü  Socialização das atividades realizadas;
ü  Momento Chuva de ideias com base em uma temática (entrevistas, dicas e etc...)
ü  Estudo do texto de fundamentação teórica;
ü  Planejamento de atividades ( diário, sequência didática, projetos, etc.) ou oficinas;
ü  Avaliação dos encontros.

MATERIAIS QUE COMPÕEM O PROJETO

Essa proposta é composta por materiais escritos e vídeos.
A escola receberá um caderno/ proposta de estudo + 1 DVD contendo projetos didáticos.
Cada professor cursista receberá 1 DVD contendo projetos didáticos e um caderno/ proposta de estudo.
ü  Textos extraídos de livros, revistas, internet, etc;
ü  Entrevistas com especialistas;
ü  Jogos pedagógicos;
ü  Dicas do formador;


ACOMPANHAMENTO PEDAGÓGICO

       O acompanhamento pedagógico será realizado de forma presencial e online.
       O acompanhamento pedagógico realizado na escola será bimestralmente. No entanto, os professores cursistas serão atendidos mensalmente pelo formador responsável, ou seja, no mês em que a escola não estiver no cronograma de atendimento presencial, esta será atendida de forma online, com data previamente definida.

        O tempo destinado para o acompanhamento será de oito dias, distribuído da seguinte forma: cinco dias para acompanhamento presencial na própria escola e três dias para acompanhamento online.

        No acompanhamento será contemplado:
·         Orientação de atividades propostas no encontro presencial;
·         Orientação do planejamento (se necessário, planejar junto com o professor);
·         Análise e devolutiva de planejamentos, projetos, atividades e relatórios;
·         Observação de aplicação da aula/atividade planejada;
·         Observação do ambiente alfabetizador.
  • Blog da turma _ Plantão das dúvidas.
·         Auxílio pedagógico no que for necessário para avançar nas aprendizagens de professores e de seus respectivos alunos.

TRABALHO EM EQUIPE ___ AÇÃO DE CADA UM

Coordenadora do projeto
 A coordenadora é uma profissional da Secretaria de Educação e a sua função é:
ü  Acompanhar e dinamizar formação continua no município;
ü  Participar das reuniões e dos encontros agendados pelo departamento de formação;
ü  Subsidiar as ações dos formadores;
ü  Tomar decisões de caráter administrativo e logístico;
ü  Garantir condições materiais e institucionais para o desenvolvimento da formação.

Formador (a)
     O (a) formador(a) é o(a) profissional que assume a missão de articulação de todo o sistema de ensino e aprendizagem, quer na modalidade semipresencial, quer na modalidade a distância.

     O (a) formador(a) tem papel fundamental, pois garante a inter-relação personalizada e contínua do cursista no sistema e viabiliza a articulação necessária entre os elementos do processo e execução dos objetivos propostos. Sendo assim, esse profissional será o responsável por um conjunto de ações educativas que contribuirão para desenvolver e potencializar as capacidades básicas dos professores em formação, orientando-os a obterem crescimento intelectual e ajudando-os a tomar decisões em vista de seus desempenhos e participação como aluno.
       Como mediador nesse processo, o formador estará atuando como interprete do curso junto ao aluno, esclarecendo suas dúvidas, articulando teoria e prática. É acompanhando o cotidiano desse professor cursista que se torna possível avaliar se ele está desenvolvendo um processo de ação-reflexão-ação, que lhe permita, com o auxílio da teoria, pensar sua prática e tentar modificá-la. Portanto, o professor formador deve acompanhar, motivar, orientar estimular a aprendizagem autônoma do cursista utilizando metodologias adequadas para facilitar a aprendizagem.

Indicativos para a prática do professor formador:
ü  Atuar como mediador, conhecer a realidade dos professores em todas as dimensões (pessoal, profissional, social, familiar, etc);
ü  Expressar uma atitude de receptividade diante do professor e assegurar um clima motivacional;
ü  Oferecer possibilidades permanentes de diálogo, saber ouvir, ser empático e manter uma atitude de cooperação;
ü  Usar exemplos ligados a situações reais dos professores para que na aprendizagem intervenham de forma sistemática;
ü  Considerar os conhecimentos teóricos e práticos que os professores possuem para que possam aprofundá-lo de acordo com a temática em estudo;
ü  Incentivar os professores a terem curiosidade pelo desconhecido e para a pesquisa.

Professor (a)
       O professor é o sujeito, o construtor da própria aprendizagem e tem a possibilidade de conduzi-lo de um modo próprio, mais adequado às suas necessidades e possibilidade. Portanto, participar de um curso de formação não é simplesmente para aguçar o intelecto e sim, para que o trabalho de sala de aula seja produtivo e para que as crianças possam avançar em sues conhecimentos. Nesse sentido, o professor cursista além de participar dos encontros presenciais deverá também estudar o material uma hora por semana e obrigatoriamente aplicar o conteúdo da formação em sala de aula para os alunos. Tendo em vista que sala de aula é um laboratório onde devemos testar nossas aprendizagens.

Coordenador (a) da escola
    O professor coordenador deve oferecer condições para que o professor cursista possa aplicar na sala de aula as atividades sugeridas pelo formador, uma vez que o propósito desse projeto é elevar a aprendizagem dos alunos com qualidade. Para tanto, o coordenador pedagógico deverá incentivar os professores e orientá-los na ausência do formador.

CRONGRAMA DE TRABALHO (em anexo)

AVALIAÇÃO

Os cursistas serão avaliados mediante as seguintes atividades:
ü  Assiduidade nos encontros presenciais;
ü  Participar ativamente das atividades propostas nos encontros presenciais;
ü  Realizar as atividades individuais à distância;
ü  Desenvolver as atividades propostas para a sala de aula;
ü  Construção de um caderno de registro contendo as discussões pertinentes dos encontros de formação e registros das atividades a distância;
ü  Escrever relatórios de atividades realizadas na escola.

BIBLIOGRAFIA
COLOMER, Tereza & CAMPS, Anna. Ensinar a ler e, ensinar a compreender; tradução Fátima Murad – Porto Alegre: Artmed, 2002.
FERRERA, Naura Syria Carapeto (org.). Formação Continuada e Gestão da Educação.- 2ª edição- São Paulo: Cortez, 2006.
WEISZ, Telma. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Editora Ática, 2002.
MACEDO, Lino de. 30 Olhares para o futuro. São Paulo: Escola da Vila – Centro de Formação, 2010.
baixo:
 
Copyright 2009 Formação-Espaço do Professor Powered by Blogger
Blogger Templates created by Deluxe Templates
Wordpress by Ezwpthemes