quarta-feira, 28 de junho de 2017
De volta ao blog
Boa tarde!
A vida continuou e hoje bateu uma vontade de voltar a este espaço. em breve meu último trabalho: Oficina produção de texto: perspectiva e condições necessárias. Aguarde!
quinta-feira, 4 de abril de 2013
terça-feira, 26 de março de 2013
'Pacto pela Alfabetização na Idade Certa
Iniciamos nova formação"'Pacto pela Alfabetização na Idade" Certa esta é oferecida pelo MEC atende professores do primeiro a terceiro ano do Ensino Fundamental em breve detalhe
Primeira formação 15/03 2013
Primeira formação 15/03 2013
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Luciane Ribeiro "Professora Nota dez"
No ano de 2010 durante a formação Pró-letramento para professores do anos iniciais do Ensino Fundamental, publiquei neste blog alguns trabalhos realizados pelos professores entre os quais acompanhei e publiquei algumas atividades da professora Luciane Ribeiro, que na época, desenvolveu um excelente trabalho na área de Língua Portuguesa com o objetivo de formar leitores competentes, o trabalho realizado foi tão relevante que realmente não tenho palavras para expressar a alegria e satisfação de ver aquelas crianças tão envolvidas, tão bem informada, apesar das condições adversas, acervo pequeno, ambiente em condições desfavoráveis, nossa empolgação era tanta que Luciane se inscreveu para o prêmio Professor nota dez da Revista Nova Escola e para sua surpresa, o trabalho foi selecionado, porém os vídeos não chegaram a tempo e assim esta foi desclassificada.Quero com isso dizer que além de competente a professora Luciane é persistente, isso porque ela acredita no seu protencial. A conquista Professora nota dez 2012 da professora Luciane é muito mais do que prêmio pessoal é uma lição pra nós educadores que muitas vezes permitimos que pequenos obstáculos nos impeça de mostrar trabalhos maravilhosos. Parabéns Professora!
Pela co
Pela co
sexta-feira, 1 de junho de 2012
O prazer de ler "Rubem Alves"
O
PRAZER DA LEITURA
Este texto, eu o dedico
aos professores e professoras que fazem o que de mais importante existe na
educação: seduzir as crianças para o prazer que mora nos livros.
Alfabetizar é ensinar a
ler. A palavra alfabetizar vem de "alfabeto". "Alfabeto" é
o conjunto das letras de uma língua, colocadas numa certa ordem. E a mesma
coisa que "abecedário". A palavra "alfabeto" é formada com
as duas primeiras letras do alfabeto grego: "alfa" e
"beta". E "abecedário", com a junção das quatro primeiras
letras do nosso alfabeto: "a", "b", "c" e
"d". Assim sendo, pensei a possibilidade engraçada de que
"abecederizar", palavra inexistente, pudesse ser sinônima de
"alfabetizar"...
"Alfabetizar",
palavra aparentemente inocente, contém uma teoria de como se aprende a ler.
Aprende-se a ler aprendendo-se as letras do alfabeto. Primeiro as letras.
Depois, juntando-se as letras, as silabas. Depois, juntando-se as silabas,
aparecem as palavras...
E assim era. Lembro-me
da criançada repetindo em coro, sob a regência da professora: "be-a-ba;
be-e-be; be-i-bi; be-o-bo; be-u-bu"... Estou olhando para um
cartão-postal, miniatura de um dos cartazes que antigamente se usavam como tema
de redação: uma menina cacheada, deitada de bruços sobre um divã, queixo
apoiado na mão, tendo a sua frente um livro aberto onde se vê "fa",
"fe", "fi", "fo", "fu"... (Centro de
Referenda do Professor, Centro de Memória, Praça da Liberdade, Belo Horizonte,
Minas Gerais).
Se é assim que se
ensina a ler, ensinando as letras, imagino que o ensino da música deveria se
chamar "dorremizar": aprender o do, o ré, o mi... Juntam-se as notas
e a música aparece! Posso imaginar, então, uma aula de iniciação musical em que
os alunos ficassem repetindo as notas, sob a regência da professora, na
esperança de que, da repetição das notas, a música aparecesse...
Todo mundo sabe que não
é assim que se ensina música. A mãe pega o nenezinho e o embala, cantando uma
canção de ninar. E o nenezinho entende a canção. O que o nenezinho ouve é a
música e não cada nota, separadamente! E a evidência da sua compreensão está no
fato de que ele se tranquiliza e dorme - mesmo nada sabendo sobre notas! Eu
aprendi a gostar de música clássica muito antes de saber as notas: minha mãe as
tocava ao piano e elas ficaram gravadas na minha cabeça. Somente depois, já
fascinado pela música, fui aprender as notas - porque queria tocar piano. A
aprendizagem da música começa como percepção de uma totalidade - e nunca com o
conhecimento das partes.Isso é verdadeiro também sobre aprender a ler. Tudo
começa quando a criança fica fascinada com as coisas maravilhosas que moram
dentro do livro. Não são as letras, as silabas e as palavras que fascinam. É a
história. A aprendizagem da leitura começa antes da aprendizagem das letras:
quando alguém lê e a criança escuta com prazer. "Erotizada" - sim,
erotizada! - pelas delicias da leitura ouvida, a criança se volta para aqueles
sinais misteriosos chamados letras. Deseja decifrá-los, compreendê-los porque
eles são a chave que abre o mundo das delicias que moram no livro! Deseja
autonomia: ser capaz de chegar ao prazer do texto sem precisar da mediação da
pessoa que o está lendo.
No primeiro momento as
delicias do texto se encontram na fala do professor. Usando uma sugestão de
Melanie Klein, o professor, no ato de ler para os seus alunos, é o "seio
bom", o mediador que liga o aluno ao prazer do texto. Confesso nunca ter
tido prazer algum em aulas de gramática ou de análise sintática. Não foi nelas
que aprendi as delicias da literatura. Mas me lembro com alegria das aulas de
leitura. As aulas de leitura ninguém faltava; ninguém falava. Queríamos ouvir a
professora lendo. Antes de ler Monteiro Lobato, eu o ouvi. E o bom era que não
havia provas sobre aquelas aulas. Era prazer puro. Existe uma incompatibilidade
total entre a experiência prazerosa de leitura - experiência vagabunda! - e a
experiência de ler a fim de responder questionários de interpretação e
compreensão. Era sempre uma tristeza quando a professora fechava o livro...
I encontro Planejamento e organização da rotina pedagógica na sala de aula
I Encontro de Formação continuada:
LETRAMENTO EM PRÁTICA
Data: 14/03/2012
Horário: 08 h às 12h e de 14h às 18h
Locais:
Formadora: Mª Joaquina
Temática: Planejamento e
organização da rotina pedagógica na sala de aula
Objetivos de Ensino:
·
Refletir sobre o planejamento como
instrumento que contribui para aprendizagem, por meio da gestão do tempo, as diferentes formas de organização dos
conteúdos e da escolha de atividades que contemple leitura,
escrita e letramento.
·
Promover a reflexão sobre a importância
da organização do tempo pedagógico com foco nas modalidades organizativas.
Objetivos de Aprendizagem:
·
Reconhecer que
o planejamento intencional do trabalho
pedagógico reverte em melhor aproveitamento do tempo, permitindo incluir na
rotina as modalidades organizativas.
·
Discutir os
conhecimentos e procedimentos para organizar o trabalho pedagógico.
·
Orientar a
elaboração de uma rotina de trabalho, considerando as diferentes formas de
organização dos conteúdos.
Conteúdos:
Materiais a serem utilizados:
·
Data-show
·
Notebook
·
Papel 40
·
Pincéis
AGENDA DO DIA
MANHÃ
08h00min às 08h20min - Leitura compartilhada: “O prazer de ensinar” Rubem Alves.
Encaminhamento: A formadora fará a leitura do texto: “O prazer de ensinar”, sem pretender fazer análise textual, o propósito
desta leitura consiste em compartilhar um texto bem escrito.
08h20min às 09h00min – Apresentação dos professores-cursistas:
Encaminhamento: Deverá ser entregue a cada cursista
uma ficha do seu perfil de educador, onde estarão preenchendo para ser
socializada a seguir. Cada cursista deverá apresentar-se falando o nome, a
escola e o ano em que atua, escolhendo um dos itens da ficha para socializar
com o grupo.
09h00min às 09h30min – Apresentação do Programa de Formação
Encaminhamento:
Com auxílio do data-show, a formadora
irá apresentar a estrutura e organização do programa de formação Letramento ...
, mostrando como serão realizados os encontros presenciais e acompanhamentos,
comentando sobre de que modo serão encaminhadas as atividades à distância, e,
esclarecendo sobre como se dará a certificação ao final do programa.
09h30min às 10h00min - Instituindo o Contrato Didático.
Encaminhamento: A formadora deverá explicar o
significado do contrato didático. Lembrando que o mesmo representa o conjunto
de condutas para cursistas e formadoras, regulando o funcionamento do trabalho
do grupo e as relações cursista-formadora-conhecimento. Solicitar que os
professores em pequenos grupos definam por escrito algumas condutas necessárias
à formadora, a eles próprios e entre todos. Propor um painel de discussão a
partir do que os pequenos grupos estabeleceram, fazendo complementações se
preciso.
10h 00min às 10h
15min - Intervalo
10h 15min às 10h 30min – Apresentação da Unidade
Encaminhamento: A formadora deverá ler os objetivos,
apresentando os conteúdos que serão discutidos nesta unidade.
10h 30min às 11h 15min – Chuva de Idéias - Planejamento
Encaminhamento:
A formadora propõe aos cursistas que
dê sua opinião sobre questões envolvendo a temática “planejamento”, para tanto
estarão respondendo perguntas a serem lançadas ao grupo. Ao final, será
apresentada uma entrevista onde um especialista no tema estará respondendo aos
questionamentos discutidos.
11h 15min às 12h 00min – Leitura do texto: “Planejamento prévio do trabalho
pedagógico”
Encaminhamento: A formadora divide a turma em 06
grupos para leitura dos subtemas indicados do texto: “Planejamento prévio do
trabalho pedagógico”, antecipando aos grupos que posteriormente farão a
socialização das leituras realizadas, ressaltando pontos relevantes.
TARDE
14h às 14h40min – Socialização
da leitura do texto: “Planejamento prévio do trabalho pedagógico”.
Encaminhamento:
A formadora orienta a cada grupo que
socialize a leitura feita, levantando os pontos importantes abordados no texto.
A socialização deverá respeitar a disposição dos temas apresentados no texto.
14h40min às 15h10min – Análise das rotinas pedagógicas.
Encaminhamento:
A formadora divide
a turma em trios, orientando a cada trio para sortear qual rotina será
analisada pelo grupo que deverá pontuar as alterações necessárias que serão
socializadas posteriormente.
15h10min às 15h45min – Socialização das análises das rotinas pedagógicas.
Encaminhamento: Cada grupo deverá apresentar a análise
feita. Neste momento a formadora deverá limitar-se a registrar os pontos
levantados pelo grupo, retomando questões relevantes na atividade seguinte.
15h45min às 16h00min – Intervalo
16h00min às 16h40min – Elaboração dos critérios para a construção de uma
rotina pedagógica adequada.
Encaminhamento
A formadora apresenta uma rotina
pedagógica e analisa junto ao grupo aspectos que a torna um bom instrumento de
trabalho. Em seguida faz, coletivamente, um levantamento dos critérios
necessários para a construção de uma boa rotina pedagógica, devendo anotá-los
no quadro ou cartaz, para posterior consulta. Tal levantamento será fruto das
contribuições dos cursistas, ficando a formadora responsável pelas devidas
complementações.
16h40min às 17h20min – Revisão das rotinas pedagógicas.
Encaminhamento:
Propor que aos
professores revisem, individualmente, suas rotinas, realizando as alterações
necessárias, tendo como base as análises e discussões anteriores que culminaram
na elaboração dos critérios para a construção de uma adequada rotina
pedagógica. A finalização desta atividade se fará com a reescrita das rotinas
modificadas no quadro de organização das atividades que será entregue.
17h20min às 17h40min – Orientações para a atividade à distância
· Leitura dos
textos: “Alfabetização: seis práticas essenciais” e “Ensinar: O quê? Como?”;
· Elaboração de
relatório sobre aplicação e uso da rotina pedagógica na prática: as
dificuldades e os avanços.
17h40min às 18h00min – Avaliação do encontro.
Bibliografia:
WEISZ, Telma. Programa de formação de professores
alfabetizadores. Módulo II
unidade 7-8.
unidade 7-8.
WEISZ, Telma. Uma estratégia para auxiliar a revisão de
aspectos discursivos
dos textos produzidos pelos alunos. In. Programa de formação de professores
alfabetizadores. Módulo II unidade 7.
dos textos produzidos pelos alunos. In. Programa de formação de professores
alfabetizadores. Módulo II unidade 7.
Rotina semanal para 2º ano
2º Ano 1º ciclo
Hora
|
Segunda-feira
|
Terça-feira
|
Quarta-feira
|
Quinta-feira
|
Sexta-feira
|
7:30 às 8:30
|
Líng.Port.Ativ.Permanente:
Leitura feita pelo prof. de conto de fada.
|
Líng.Port.Ativ.Permanente:
Leitura feita pelo prof. de texto informativo ou instrucional
|
Líng.Port.Ativ.Permanente:
Leitura feita pelo prof. de poema
|
Líng.Port.Ativ.Permanente:
Leitura feita pelo prof.: de fábula.
|
Líng.Port.Ativ.Permanente:
Leitura feita pelo prof. de piada
Roda de Leitura Livre
Empréstimos de livros e/ou fichas para
leitura
|
Língua Portuguesa
Seq. didática/Parlendas
Atividade de leitura
Leitura pelo aluno com ajuste
oral/escrito
Reconstrução textual
|
Matemática
|
Língua Portuguesa
Atividade do Projeto
Cantigas de Ninar
|
Língua Portuguesa
Atividade permanente escrita
Lista Compor/Completar/
Cruzadinha
|
Geografia
|
|
8:30 ás 9:30
|
Língua Portuguesa
Seq. Didática/Parlendas
Atividade de Escrita
Texto lacunado
Escrita de memória
Revisão(construção da escrita)
|
Matemática
|
Língua Portuguesa
Atividade do Projeto
Cantigas de Ninar
|
Língua Portuguesa
Atividade Permanente Listas (leitura)
Ordem alfabética
Identificação
Cruzadinha (com banco)
|
Atividade habitual de Jogos (foca,
bingo, dominó etc.)
|
Religião
|
|||||
9:30
às 9:45
|
Recreio
|
Recreio
|
Recreio
|
Recreio
|
Recreio
|
9:45 às 10:30
|
Matemática
|
Ciências
|
História
|
Educação Física
|
Arte
|
10:30 às 11:30
|
Matemática
|
Ciências
|
História
|
Educação Física
|
Artes
|
II encontro "Letramento em Ação" Alfabetização: Concepção e Prática
II Encontro de Formação
continuada: LETRAMENTO EM PRÁTICA
Data: 12/04/2012
Horário: 08 h às 12h e de 14h às 18h
Locais: E.M.E.F Elinda
Simplício Costa
Público alvo: Professores de 2º e 3º ano da rede
municipal de Marabá
Formadora: Mª Joaquina
Temática: ALFABETIZAÇÃO: CONCEPÇÃO
E PRÁTICA
Objetivos de Ensino:
·
Estimular os professores a observarem de maneira investigativa as
produções escritas de seus alunos, para que encontrem nelas elementos que lhes
permitam compreender o momento de aprendizagem de cada um.
·
Possibilitar a
reflexão sobre a importância da concepção de ensino aprendizagem que subjaz a
prática docente.
·
Promover a
discussão sobre o lúdico ou o uso dos jogos para apropriação do sistema de
escrita.
Objetivos de
Aprendizagem:
·
Evidenciar
o quanto a produção dos alunos informa o professor sobre o que eles pensam e o
que sabem sobre a escrita
·
Analisar amostras infantis, afim
de que reconhecendo os níveis possam propor situações didática que levem as crianças
a avançar nas suas hipóteses.
·
Saber utilizar
os jogos em sala de aula, como recurso para a apropriação do sistema de
escrita.
Conteúdos:
·
Hipóteses de escrita.
·
Concepção de ensino e de
aprendizagem
·
O lúdico na alfabetização
Materiais a serem utilizados:
·
Data-show
·
Notebook
·
Papel 40
·
Pincéis
·
DVD
AGENDA DO DIA
MANHÃ
08h00min às 08h20min - Leitura compartilhada:
Encaminhamento: A formadora fará a leitura do texto: “Poema em linha reta”, sem pretender fazer análise textual, o propósito
desta leitura consiste em compartilhar um texto bem escrito.
08h20min às 09h15min– Chuva de ideias
Encaminhamento: Será apresentado para os
cursistas vídeo: “capturando o vento”, logo após circulará um vidro contendo
alguns questionamentos que deverá ser lido e debatido na turma.
09h15min às 09h35min– Apresentação do texto: Ideias, concepções e teorias
que sustentam a prática de qualquer professor, mesmo quando ele não tem
consciência delas.
Encaminhamento: Com apoio do data-show, a formadora
apresentará os principais pontos abordados no texto, estabelecendo um
comparativo entre a concepção de ensino tradicional e a construtivista.
09h35min às 10h10min– Levantamento de conhecimentos prévios
Encaminhamento: A formadora solicitará que
individualmente os professores analisem amostras de escrita, a fim de
identificarem os níveis de escrita infantis. Nesse momento a formadora não se
posiciona, apenas informa que essa atividade será retomada posteriormente.
10h 10min às 10h25min
– Intervalo
10h25min às 11h 00min – Leitura do texto: “Ideias infantis sobre a
escrita”.
Encaminhamento: A formadora orienta que cada cursista
leia o texto: “Ideias infantis sobre a escrita”, anotando no caderno de
registro as considerações e dúvidas a serem levantados no grupo.
11h 00min às 12h00min– Retomada
da análise das amostras de escrita infantis.
Encaminhamento:
A formadora com o apoio do data-show,
propõe ao grupo que apresentem o resultado das análises feitas, esclarecendo
dúvidas e fazendo as devidas considerações a fim de ampliar os conhecimentos
sobre as hipóteses de escrita.
TARDE
14h às 14h50min– Apresentação da sequência didática: parlendas.
Encaminhamento: A
formadora apresenta a sequência didática: parlendas, focando o planejamento de
uma das atividades a ser desenvolvida, evidenciando os agrupamentos e a
adequação da proposta, objetivos e outros.
14h50min às 15h10min– Leitura da
entrevista: “A importância do jogo na aprendizagem.”
Encaminhamento:
Antes de realizar a leitura, a
formadora faz um levantamento sobre a prática do uso do lúdico na
alfabetização. A seguir, orienta a leitura coletiva da entrevista, fazendo as
considerações necessárias e socializando informações.
15h10min às 15h30min – Exibição de trecho do vídeo: O lúdico na sala de
aula.
Encaminhamento:
A formadora
providencia a exibição do vídeo, realizando pausas necessárias.
15h30min às 15h45min – Intervalo
15h45min às 17h20min Apresentação e confecção do jogo: “a corrida das
palavras”.
Encaminhamento: A formadora apresenta os materiais
usados no jogo: a corrida das palavras, e orienta aos professores que,
agrupados por escola, confeccionem um material semelhante. Aqueles que já
conhecem e possuem o citado jogo, receberá a proposta para construção de outro
jogo.
17h20min às 17h40min – Orientações para a atividade à distância
· Aplicação dos jogos e das atividades da sequência
em sala de aula, planejados durante o encontro de formação. Tal aplicação será
socializada no próximo encontro.
· Leitura dos textos: “A aprendizagem nunca termina” e “Interação”, com o
objetivo de aprofundar os conhecimentos sobre os temas abordados na formação
presencial.
17h40min às 18h00min – Avaliação do encontro.
Bibliografia:
WEISZ, Telma. O diálogo entre o
ensino e a aprendizagem. São Paulo, Ática, 1999.
CURTO, Maruny
Lluis. Escrever e Ler. Como as crianças aprendem e como o professor pode
ensiná-las a escrever e a ler. Maribel Ministral Morillo e Manuel Miralles
Teixidó; Trad. Ernani Rosa – Porto Alegre: Artmed Ed 2000.
REVISTA
NOVA ESCOLA, Alfabetização. Edição Especial nº 22, março de 2009.
REVISTA
NOVA ESCOLA, ano XXV. Nº 237, novembro de 2010.
PRO LETRAMENTO DE LINGUAGEM, Fascículo
05. O lúdico na sala de aula. Ministério da Educação. Brasília, 2008.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Projeto de Formação "Letramento em Prática
Para dar continuidade a formação de professores de Marabá a Secretaria de Educação junto a equipe de formadores construiu projetos de formação por seguimento ou area de conhecimento, os mesmos atende os professores da Educação Infantil ao Nono ano do Ensino Fundamental. Para o segundo e terceiro ano do primeiro ciclo do ensino Fundamental estão à frente do projeto as professoras formadoras Maria Joaquina, Leuziane e Taciana, o projeto foi construida com base em indicativos previamente apresentados pelos professores na formação anterior em termo de temática e metodologia.Leia abaixo:
PREFEITO DE MARABÁ
Maurino Magalhães de Lima
SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
Ney Calandrini de Azevedo
DIRETOR DE ENSINO
José Orlando Lima de Moraes
COORDENADOR DO DEPTº DE PROGRAMAS, PROJETOSE
FORMAÇÃO CONTINUADA
Edson Rodrigues dos Anjos
COORDENADORA DO PROJETO
Luciléia Alves dos S. Silva
FORMADORES
Glendon da Costa Silva
Kênia Cristina Santos Monteiro
Leuziane Oliveira dos Santos
Maria Joaquina Silva Sousa
Marta Pereira da Silva
Taciana Vicente Araujo
EQUIPE DE
ELABORAÇÃO DO PROJETO
Kênia Cristina Santos Monteiro
(Licenciada
em Letras)
Leuziane Oliveira dos Santos
(Pedagoga,
especializanda em Gestão, Orientação e Supervisão escolar)
Luciléia Alves dos Santos Silva
(Pedagoga,
pós graduada em Língua Portuguesa: uma abordagem textual)
Maria Joaquina Silva Sousa
(Pedagoga)
Taciana Vicente Araujo
(Pedagoga)
“Herdando a
experiência adquirida, criando e recriando, integrando-se às condições de seu
contexto, respondendo a seus desafios, objetivando-se a si próprio,
discernindo, transcendendo, lança-se o homem num domínio que lhe é exclusivo –
o da História e o da Cultura.”
Paulo Freire
APRESENTAÇÃO
O Projeto Letramento em Prática é um curso de Formação Continuada
teórico com aprofundamento na prática docente, destinado aos professores
regentes em sala de aula do 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental. Este projeto é realizado pela Prefeitura de
Marabá através da Secretaria Municipal de Educação/Departamento de Programas,
Projetos e Formação Continuada, apoiado em dois pilares básicos: a ampliação do
universo de conhecimento dos professores e dos alunos e a reflexão e ação na e
sobre a prática pedagógica.
A finalidade dessa proposta é promover melhoria
na qualidade do ensino e aprendizagem na área de alfabetização e linguagem,
acrescentando aos conhecimentos dos professores, um trabalho marcado pela
inquietação e pelo desejo de oferecer aos alunos um percurso na escola
sustentado por uma cultura letrada. Para
tanto, busca-se aliar o conhecimento teórico a uma reflexão sobre as situações
reais observáveis na sala de aula.
A estrutura dessa formação está alicerçada na modalidade semipresencial com atividades presenciais e à
distância que serão acompanhadas pelos formadores. A duração deste curso será
de dois anos, organizado no sistema de revezamento de áreas entre os
professores cursistas, ou seja, os cursistas que fizeram linguagem no ano
seguinte farão matemática e vice-versa, contemplando os pólos: Nova Marabá,
Cidade Nova, Marabá Pioneira, Morada Nova e São Félix.
Sabemos que a qualificação do ensino envolve
muitos fatores e o principal deles é criar situações de ensino e aprendizagens significativas,
agindo intencionalmente na organização pedagógica e nos encaminhamentos
didáticos. Para isso, essa proposta orientará o educador a compreender
progressivamente as propriedades dos conteúdos que ensina e o modo de como os
aprendizes as internalizam.
E para assegurar uma formação continuada em
função da ampliação do universo cultural desses professores e de melhoria na
sua atuação profissional, o presente projeto apresenta-se com atividades
desafiadoras que respondem aos distintos usos na função social, possibilitando
às crianças a interação com maior variedade de materiais escritos,
estabelecendo critérios de agrupamentos produtivos e realizando intervenções
adequadas às necessidades individuais e coletivas da turma.
Outro aspecto considerado nesta proposta como
princípio norteador é a autonomia do professor como condutor desse processo,
inserido em um contexto que envolve: registros das práticas desenvolvidas no
âmbito da formação e na sala de aula; tematização da própria prática; leituras
e reflexões acerca do tema em discussão; análise das situações didáticas
(escritas e/ou vídeos) e planejamentos. Além desses aspectos, será incluído nos
encontros presenciais: um momento para os cursistas realizarem leituras
literárias para absoluto deleite, tendo inicialmente o formador como
leitor-modelo e o quadro Chuva de ideias - Tira dúvidas. E no decorrer desta
formação será integrado o projeto Leitura em família, onde os alunos
selecionarão e levarão numa sacola, uma vez por semana, um livro para ler com a
família.
Esses conteúdos serão aprofundados de maneira
progressiva e contínua, planejadas no âmbito dos projetos didáticos, das
sequências de atividades e das atividades habituais de leitura e escrita
inseridos na rotina das aulas— os quais serão objetos de estudo dos
professores, possibilitando dessa forma, o estabelecimento de novas
compreensões e reflexões, à medida que estiverem inseridos numa rede de
formação.
JUSTIFICATIVA
Ao longo dos últimos anos a formação
continuada na nossa rede de ensino apresenta-se como aliada do professor não
somente como um complemento da formação inicial, mas compreendendo que o
conhecimento jamais pode ser visto como algo completo e/ou esgotado, pois está
em constante inovação.
A busca pela qualidade de ensino é um dos pilares
que torna a formação continuada indispensável, pois vem favorecer para que as
práticas dos professores sejam sedimentadas no aprender a conhecer, aprender a
fazer, aprender a conviver, possibilitando o caráter reflexivo, considerando a prática do professor como
resultado da reflexão teórica junto à prática analisada e contextualizada, permitindo assim
redimensionarem sua profissionalidade, na medida em que se constituem como
sujeitos de suas práticas, analistas do contexto em que atuam, articuladores
dos conhecimentos teóricos, com as dinâmicas sociais e as necessidades de
aprendizagem de seus alunos.
Tendo em vista que ainda sentimos
necessidades de aprofundar no processo de formação vivenciado pelos professores,
observando a incoerência entre o que se discute no município sobre a
aprendizagem dos alunos e o modo em que parte desses docentes ainda sustenta
sua prática. E considerando especialmente que o ensino da língua passa por
etapas de transformação, resultado principalmente de inserção de novas
tecnologias, o que requer do professor a busca pela atualização e compreensão
dos meios que possibilitem o universo da língua com fins de uso como prática
social, é que elaboramos o Projeto Letramento em Prática.
Dessa forma esta proposta
pretende oferecer elementos que aproximem a formação continuada dos objetivos,
conteúdos e metodologias da escola, levando em conta o contexto escolar,
projeto pedagógico e a proposta curricular do município, visando trabalhar o
ensino de Língua Portuguesa não de forma
geral, mas particularizada, atendendo as particularidades e especificidades de
cada ano do ciclo de forma a garantir uma melhor qualidade de ensino pelos
professores em sala de aula, fazendo da escola um âmbito onde leitura e escrita
sejam práticas vivas e vitais.
È necessário compreendermos a
formação como parte integrada do processo ensino e aprendizagem, onde secretaria de educação, escola e comunidade
possibilite a prática de situações de aprendizagem que torne os alunos leitores
e escritores competentes e cidadãos conscientes e atuantes na cultura letrada.
É importante também que não se
perca de vista outro pilar que dá sustentação à formação contínua do professor
que diz respeito ao desenvolvimento de
atitude investigativa, autônoma, capaz de refletir, analisar criar e recriar
novas posturas. Para (ESTRELA, 2002 p.149) A formação continuada “é um problema
de devir e de desenvolvimento da pessoa professor que forma sua consciência,
entendida como capacidade de reflexão sobre o mundo, sobre as próprias
atividades e sobre si mesmo, uma consciência inserida na consciência social e
na consciência profissional”.
Portanto, se faz necessário que
os professores deixem de ser meros consumidores de conhecimentos e passem a
produzi-los, numa perspectiva colaborativa, valorizando a si e as suas
experiências,
seus parceiros, construindo um novo olhar a partir do cotidiano da
escola.
OBJETIVO GERAL
Oferecer suporte à ação pedagógica dos professores dos
anos/séries iniciais do ensino fundamental, contribuindo para elevar a
qualidade do ensino e da aprendizagem em alfabetização e letramento, bem como
provocar transformações na qualidade do ensino, tornando os professores
competentes e autônomos para: imprimir ao seu trabalho as diretrizes
curriculares de seu Município, incorporando as diretrizes curriculares
nacionais e adequando às condições locais.
EXPECTATIVAS DE
APRENDIZAGENS DOS PROFESSORES
ü
Planejar situações
de aprendizagem efetiva e de qualidade, considerando a realidade cultural e as
expectativas dos alunos, sua maneira de aprender e as características das áreas
de alfabetização e linguagem.
ü Desenvolver situações de aprendizagem, de modo a
mobilizar interesses, experiências e conceitos prévios dos alunos e a
estimulá-los a construir novos conhecimentos.
ü
Dominar conceitos
básicos e relações entre conceitos do campo de conhecimento sobre o
desenvolvimento e a aprendizagem, considerando as especificidades da faixa
etária correspondente aos quatro dos 5
anos iniciais do ensino fundamental.
ü
Contribuir para o
debate e a reflexão sobre o papel da escola e do professor na perspectiva do
desenvolvimento de uma prática de transformação da ação pedagógica.
ü
Criar espaços de
aprendizagem coletiva, incentivando a prática de encontros para estudar a troca
de experiências e o trabalho coletivo nas escolas.
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
A formação continuada na área de
linguagem e alfabetização pretendida aos professores do 1º ao 5º ano do Ensino
Fundamental deve atender à concepção de ensino e aprendizagem presente
atualmente na rede municipal de educação de Marabá. Tal concepção pressupõe o
ensino como forma planejada de dar condições para o aluno avançar seus
conhecimentos e aprendizagem como ato reflexivo e ação de significação mental
por parte do aprendiz, que é visto como sujeito formulador de hipóteses, dotado
de conhecimentos os quais devem ser mobilizados para a assimilação de novos
saberes. Segundo WEISZ (2002), cabe ao professor dar as condições para que o
aluno possa exercer a sua ação de aprender, proporcionando a ele situações
didáticas que favoreçam tal aprendizagem.
Diante desta concepção busca-se formatar
um programa de formação que atenda as necessidades didáticas dos professores
envolvidos, valorizando os saberes e conceitos já consolidados e presentes em
suas práticas, e, a partir disso, introduzir novas informações, promover a
problematização de temas e levar tais professores à refletirem sobre conceitos
e práticas ainda não incorporadas no cotidiano escolar.
“O
professor precisa compreender o caminho de aprendizagem que o aluno está
percorrendo naquele momento e, em função disso, identificar as informações e as
atividades que permitam a ele avançar do patamar de conhecimentos que já
conquistou para outro mais evoluído.” (WEISZ: 2002, pág.)
Como aprendiz, caberá a cada professor o
envolvimento nesse processo formativo, buscando desenvolver sua autonomia
intelectual, agindo sobre os conteúdos a serem abordados durante os períodos
formativos como objeto do conhecimento a ser internalizado.
“O tempo da aprendizagem é o presente
[...] Não importa se este presente é longo ou breve, mas sim o interesse, a
qualidade das ações e os recursos mobilizados nos processos de interação do
sujeito com seus objetos de saber.” (MACEDO: 2010, 182).
MACEDO (2010) esclarece ainda que embora
o ensinar pressuponha uma etapa inicial e final, sendo tais etapas planejadas
com base em objetivos propostos, o ato de aprender não possui a mesma
correspondência temporal, pois ele é mediado pelo sujeito aprendiz que estabelece
um tempo de aprendizagem atendendo às suas necessidades individuais e a suas
motivações. Sendo assim, embora se compreenda um projeto de formação com
período definido, supõe-se que as aprendizagens que surgirão dele não poderão
ser mensuradas ou concluídas, pois se refarão cotidianamente nas práticas dos
professores.
Considera-se ainda a importância de que
tal programa formativo se desenvolva de modo continuado por entender a
necessidade de estarem sendo articulados conceitos e procedimentos que se
buscará efetivar nas práticas dos professores envolvidos dentro de um processo
formativo demandante de tempo. Desse modo, não se busca um trabalho formativo
episódico ou isolado, mas algo periódico, sistemático e processual. Segundo
MORAES (2010), devemos assumir a formação de professores como tarefa contínua,
nunca concluída.
Os conteúdos na área de linguagem a
serem abordados durante o processo formativo pretendido atenderão às
necessidades da rede de ensino, particularmente às turmas do 1º ou 5º ano,
devendo ser enfatizados conceitos e procedimentos didáticos que levam os
professores a ampliarem seus conhecimentos quanto ao ensino na Língua
portuguesa e à didática da alfabetização.
Embora a rede municipal de ensino já
tenha vivenciado outros programas formativos na área de linguagem e
alfabetização, pretende-se dar continuidade às discussões e estudos nesta área,
buscando aprofundamento especialmente no que toca ao planejamento de situações
didáticas adequadas e autênticas de leitura, escrita e oralidade.
Entende-se como situações didáticas
autênticas de leitura e escrita aquelas que são desenvolvidas dentro de
práticas sociais reais. Segundo COLOMER & CAMPS (2002), é condição
fundamental ao se ensinar a ler e escrever que sejam oportunizados aos alunos a
vivência de tais conteúdos em contextos reais, tendo claro os objetivos e a
intenção comunicativa. Diante disso, serão oferecidos momentos formativos que
levem os professores a refletirem sobre de que modo se dá o ensino da linguagem
escrita nas práticas educativas que desenvolvem juntos aos seus alunos, a
analisarem o planejamento destas práticas, e, a introduzirem procedimentos
didáticos efetivos. Para tanto, é preciso que os professores estejam expostos a
novas idéias, conceitos e práticas e apropriem-se de conhecimentos específicos
na área da didática, os quais serão priorizados ao longo da formação prevista.
CARACTERIZAÇÃO
DO PROJETO
PÚBLICO ALVO:
Esta formação atenderá 550 cursistas,
sendo estes, professores regentes de classe que atuam com alunos de 2º ao 5º ano do Ensino
Fundamental, concursados ou contratados em vaga.
ESTRUTURA
DE FUNCIONAMENTO
Tempo previsto de duração do curso: 2 anos, sendo que 1 ano será para
linguagem e 1 para matemática no período de
14/03/2012 a 06/11/2012.
O curso terá duração de 96 horas, assim
distribuídos:
1. Encontros presenciais com
a carga horária de 64 horas.
§ 08
encontros de 8 horas mensais, sendo que o último encontro contempla o
encerramento do curso com workshopp.
2.
Atividades
à distância correspondem a 32 horas, contemplando:
§ Registros
( relatórios, fotos e vídeos);
§ Planejamentos;
§ Aplicação
das atividades em sala de aula;
§ Leituras
complementares.
Distribuição da carga horária nos
encontros presenciais.
DATA
|
MÊS
|
14
|
Março
|
12
|
Abril
|
9
|
Maio
|
13
|
Junho
|
14
|
Agosto
|
12
|
Setembro
|
4
|
Outubro
|
6
|
Novembro
|
A formação acontecerá uma vez por mês
nos turno matutino e vespertino, com oito horas de duração para Alfabetização e Linguagem e oito horas para Matemática, Esses cursistas terão uma hora por
semana na escola no horário da disciplina de Educação Física ou Artes para
realizar as atividades orientadas pela sua formadora. Caso não tenha esses profissionais na escola terão direito de 2 horas,
uma vez ao mês a ser negociado com o(a) diretor(a) e coordenador(a) pedagógico(a).
REVEZAMENTO
No revezamento terão direito de realizar
inscrição: cursistas que participaram da
1ª etapaprofessores de 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, ou seja, os
professores que estavam na 1ª etapa cursando Língua portuguesa, no revezamento,
farão Matemática e vice-versa.
É importante ressaltar que o
professor cursista será certificado considerando a carga horária obtida.
ORGANIZAÇÃO DAS TURMAS
__ 1ª ETAPA
Esse projeto contemplará 12 (doze)
turmas que serão distribuídas entre 06(seis) tutores que mediarão os estudos de
Linguagem e 6(seis) tutores de
Matemática, perfazendo um total aproximado de 25 a 40 professores para cada formador.
2º e 3º anos
QUANTIDADE
DE
TURMAS
|
FORMADOR (A)
|
ESCOLA
|
QUANTIDADE DE PROFESSORES
POR
ESCOLA
|
TOTAL
DE PROFESSORES
|
01
|
Leuziane
Oliveira dos Santos
|
|||
01
|
Maria
Joaquina Silva Sousa
|
|||
01
|
Taciana
Vicente Araujo
|
|||
4º e 5º anos
QUANTIDADE
DE
TURMAS
|
FORMADOR (A)
|
ESCOLA
|
QUANTIDADE DE PROFESSORES
POR
ESCOLA
|
TOTAL
DE PROFESSORES
|
01
|
Kênia
Cristina Santos Monteiro
|
|||
01
|
Marta Pereira da Silva
|
|||
01
|
Glendon
da Costa Silva
|
|||
ORGANIZAÇÃO DAS UNIDADES
Essa
proposta será organizada em oito unidades, nas quais constará texto de
fundamentação teórica, dicas do formador, análise e planejamento de situações
didáticas, registro, Chuva de ideias. Os encontros de formação contarão com a
seguinte dinâmica:
ü
Leitura
compartilhada;
ü
Socialização
das atividades realizadas;
ü
Momento
Chuva de ideias com base em uma temática (entrevistas, dicas e etc...)
ü
Estudo
do texto de fundamentação teórica;
ü
Planejamento
de atividades ( diário, sequência didática, projetos, etc.) ou oficinas;
ü
Avaliação
dos encontros.
MATERIAIS QUE COMPÕEM O
PROJETO
Essa
proposta é composta por materiais escritos e vídeos.
A
escola receberá um caderno/ proposta de estudo + 1 DVD contendo projetos
didáticos.
Cada
professor cursista receberá 1 DVD contendo projetos didáticos e um caderno/
proposta de estudo.
ü Textos
extraídos de livros, revistas, internet, etc;
ü Entrevistas
com especialistas;
ü Jogos
pedagógicos;
ü Dicas do
formador;
ACOMPANHAMENTO PEDAGÓGICO
O acompanhamento pedagógico será
realizado de forma presencial e online.
O
acompanhamento pedagógico realizado na escola será bimestralmente. No
entanto, os professores cursistas serão atendidos mensalmente pelo formador
responsável, ou seja, no mês em que a escola não estiver no cronograma de
atendimento presencial, esta será atendida de forma online, com data
previamente definida.
O
tempo destinado para o acompanhamento será de oito dias, distribuído da
seguinte forma: cinco dias para acompanhamento presencial na própria escola e
três dias para acompanhamento online.
No acompanhamento será
contemplado:
·
Orientação de atividades propostas no encontro
presencial;
·
Orientação do planejamento (se necessário,
planejar junto com o professor);
·
Análise e devolutiva de planejamentos,
projetos, atividades e relatórios;
·
Observação de aplicação da aula/atividade planejada;
·
Observação do ambiente alfabetizador.
- Blog da turma _ Plantão das dúvidas.
·
Auxílio pedagógico no que for necessário para
avançar nas aprendizagens de professores e de seus respectivos alunos.
TRABALHO EM EQUIPE ___ AÇÃO
DE CADA UM
Coordenadora do projeto
A coordenadora é uma profissional da
Secretaria de Educação e a sua função é:
ü
Acompanhar e
dinamizar formação continua no município;
ü
Participar das
reuniões e dos encontros agendados pelo departamento de formação;
ü
Subsidiar as
ações dos formadores;
ü
Tomar decisões de
caráter administrativo e logístico;
ü
Garantir
condições materiais e institucionais para o desenvolvimento da formação.
Formador (a)
O (a) formador(a) é o(a) profissional que
assume a missão de articulação de todo o sistema de ensino e aprendizagem, quer
na modalidade semipresencial, quer na modalidade a distância.
O (a) formador(a) tem papel fundamental,
pois garante a inter-relação personalizada e contínua do cursista no sistema e
viabiliza a articulação necessária entre os elementos do processo e execução
dos objetivos propostos. Sendo assim, esse profissional será o responsável por
um conjunto de ações educativas que contribuirão para desenvolver e potencializar
as capacidades básicas dos professores em formação, orientando-os a obterem
crescimento intelectual e ajudando-os a tomar decisões em vista de seus
desempenhos e participação como aluno.
Como mediador nesse processo, o formador
estará atuando como interprete do curso junto ao aluno, esclarecendo suas
dúvidas, articulando teoria e prática. É acompanhando o cotidiano desse
professor cursista que se torna possível avaliar se ele está desenvolvendo um
processo de ação-reflexão-ação, que lhe permita, com o auxílio da teoria,
pensar sua prática e tentar modificá-la. Portanto, o professor formador deve
acompanhar, motivar, orientar estimular a aprendizagem autônoma do cursista
utilizando metodologias adequadas para facilitar a aprendizagem.
Indicativos
para a prática do professor formador:
ü
Atuar
como mediador, conhecer a realidade dos professores em todas as dimensões
(pessoal, profissional, social, familiar, etc);
ü
Expressar
uma atitude de receptividade diante do professor e assegurar um clima motivacional;
ü
Oferecer
possibilidades permanentes de diálogo, saber ouvir, ser empático e manter uma
atitude de cooperação;
ü
Usar
exemplos ligados a situações reais dos professores para que na aprendizagem
intervenham de forma sistemática;
ü
Considerar
os conhecimentos teóricos e práticos que os professores possuem para que possam
aprofundá-lo de acordo com a temática em estudo;
ü
Incentivar
os professores a terem curiosidade pelo desconhecido e para a pesquisa.
Professor (a)
O professor é o sujeito, o construtor da
própria aprendizagem e tem a possibilidade de conduzi-lo de um modo próprio,
mais adequado às suas necessidades e possibilidade. Portanto, participar de um
curso de formação não é simplesmente para aguçar o intelecto e sim, para que o
trabalho de sala de aula seja produtivo e para que as crianças possam avançar
em sues conhecimentos. Nesse sentido, o professor cursista além de participar
dos encontros presenciais deverá também estudar o material uma hora por semana
e obrigatoriamente aplicar o conteúdo da formação em sala de aula para os
alunos. Tendo em vista que sala de aula é um laboratório onde devemos testar
nossas aprendizagens.
Coordenador (a) da escola
O professor coordenador deve oferecer
condições para que o professor cursista possa aplicar na sala de aula as
atividades sugeridas pelo formador, uma vez que o propósito desse projeto é
elevar a aprendizagem dos alunos com qualidade. Para tanto, o coordenador
pedagógico deverá incentivar os professores e orientá-los na ausência do
formador.
CRONGRAMA DE TRABALHO (em anexo)
AVALIAÇÃO
Os cursistas serão avaliados
mediante as seguintes atividades:
ü Assiduidade
nos encontros presenciais;
ü Participar
ativamente das atividades propostas nos encontros presenciais;
ü Realizar
as atividades individuais à distância;
ü Desenvolver
as atividades propostas para a sala de aula;
ü Construção
de um caderno de registro contendo as discussões pertinentes dos encontros de
formação e registros das atividades a distância;
ü Escrever
relatórios de atividades realizadas na escola.
BIBLIOGRAFIA
COLOMER,
Tereza & CAMPS, Anna. Ensinar a ler e, ensinar a compreender; tradução
Fátima Murad – Porto Alegre: Artmed, 2002.
FERRERA,
Naura Syria Carapeto (org.). Formação Continuada e Gestão da Educação.- 2ª
edição- São Paulo: Cortez, 2006.
WEISZ,
Telma. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Editora Ática,
2002.
MACEDO,
Lino de. 30 Olhares para o futuro. São Paulo: Escola da Vila – Centro de
Formação, 2010.
baixo:





