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quarta-feira, 28 de junho de 2017

De volta ao blog

Boa tarde! A vida continuou e hoje bateu uma vontade de voltar a este espaço. em breve meu último trabalho: Oficina produção de texto: perspectiva e condições necessárias. Aguarde!

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Complexidade no ciclo de alfabetização

terça-feira, 26 de março de 2013

'Pacto pela Alfabetização na Idade Certa

Iniciamos nova formação"'Pacto pela Alfabetização na Idade" Certa esta é oferecida pelo MEC atende professores do primeiro a terceiro ano do  Ensino Fundamental em breve detalhe



Primeira formação 15/03 2013

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Luciane Ribeiro "Professora Nota dez"







No ano de 2010 durante a formação Pró-letramento para professores do anos iniciais do Ensino Fundamental, publiquei neste blog alguns trabalhos realizados pelos professores entre os quais acompanhei e publiquei algumas atividades da professora Luciane Ribeiro, que na época, desenvolveu um excelente trabalho na área de Língua Portuguesa com o objetivo de formar leitores competentes, o trabalho realizado foi tão relevante que realmente não tenho palavras para expressar a alegria e satisfação de ver aquelas crianças tão envolvidas, tão bem informada, apesar das condições adversas, acervo pequeno, ambiente em condições desfavoráveis, nossa empolgação era tanta que  Luciane  se inscreveu para o prêmio Professor nota dez da Revista Nova Escola e para sua surpresa, o trabalho foi selecionado, porém  os vídeos não chegaram a tempo e assim esta  foi desclassificada.Quero com isso dizer que além de competente a professora Luciane é persistente, isso porque ela acredita no seu protencial. A conquista Professora nota dez 2012 da professora Luciane é muito mais do que prêmio pessoal é uma lição pra nós educadores que muitas vezes  permitimos que pequenos obstáculos nos impeça de mostrar trabalhos maravilhosos. Parabéns Professora! 
Pela co

sexta-feira, 1 de junho de 2012

O prazer de ler "Rubem Alves"


O PRAZER DA LEITURA
Este texto, eu o dedico aos professores e professoras que fazem o que de mais importante existe na educação: seduzir as crianças para o prazer que mora nos livros.
Alfabetizar é ensinar a ler. A palavra alfabetizar vem de "alfabeto". "Alfabeto" é o conjunto das letras de uma língua, colocadas numa certa ordem. E a mesma coisa que "abecedário". A palavra "alfabeto" é formada com as duas primeiras letras do alfabeto grego: "alfa" e "beta". E "abecedário", com a junção das quatro primeiras letras do nosso alfabeto: "a", "b", "c" e "d". Assim sendo, pensei a possibilidade engraçada de que "abecederizar", palavra inexistente, pudesse ser sinônima de "alfabetizar"...
"Alfabetizar", palavra aparentemente inocente, contém uma teoria de como se aprende a ler. Aprende-se a ler aprendendo-se as letras do alfabeto. Primeiro as letras. Depois, juntando-se as letras, as silabas. Depois, juntando-se as silabas, aparecem as palavras...
E assim era. Lembro-me da criançada repetindo em coro, sob a regência da professora: "be-a-ba; be-e-be; be-i-bi; be-o-bo; be-u-bu"... Estou olhando para um cartão-postal, miniatura de um dos cartazes que antigamente se usavam como tema de redação: uma menina cacheada, deitada de bruços sobre um divã, queixo apoiado na mão, tendo a sua frente um livro aberto onde se vê "fa", "fe", "fi", "fo", "fu"... (Centro de Referenda do Professor, Centro de Memória, Praça da Liberdade, Belo Horizonte, Minas Gerais).
Se é assim que se ensina a ler, ensinando as letras, imagino que o ensino da música deveria se chamar "dorremizar": aprender o do, o ré, o mi... Juntam-se as notas e a música aparece! Posso imaginar, então, uma aula de iniciação musical em que os alunos ficassem repetindo as notas, sob a regência da professora, na esperança de que, da repetição das notas, a música aparecesse...
Todo mundo sabe que não é assim que se ensina música. A mãe pega o nenezinho e o embala, cantando uma canção de ninar. E o nenezinho entende a canção. O que o nenezinho ouve é a música e não cada nota, separadamente! E a evidência da sua compreensão está no fato de que ele se tranquiliza e dorme - mesmo nada sabendo sobre notas! Eu aprendi a gostar de música clássica muito antes de saber as notas: minha mãe as tocava ao piano e elas ficaram gravadas na minha cabeça. Somente depois, já fascinado pela música, fui aprender as notas - porque queria tocar piano. A aprendizagem da música começa como percepção de uma totalidade - e nunca com o conhecimento das partes.Isso é verdadeiro também sobre aprender a ler. Tudo começa quando a criança fica fascinada com as coisas maravilhosas que moram dentro do livro. Não são as letras, as silabas e as palavras que fascinam. É a história. A aprendizagem da leitura começa antes da aprendizagem das letras: quando alguém lê e a criança escuta com prazer. "Erotizada" - sim, erotizada! - pelas delicias da leitura ouvida, a criança se volta para aqueles sinais misteriosos chamados letras. Deseja decifrá-los, compreendê-los porque eles são a chave que abre o mundo das delicias que moram no livro! Deseja autonomia: ser capaz de chegar ao prazer do texto sem precisar da mediação da pessoa que o está lendo.
No primeiro momento as delicias do texto se encontram na fala do professor. Usando uma sugestão de Melanie Klein, o professor, no ato de ler para os seus alunos, é o "seio bom", o mediador que liga o aluno ao prazer do texto. Confesso nunca ter tido prazer algum em aulas de gramática ou de análise sintática. Não foi nelas que aprendi as delicias da literatura. Mas me lembro com alegria das aulas de leitura. As aulas de leitura ninguém faltava; ninguém falava. Queríamos ouvir a professora lendo. Antes de ler Monteiro Lobato, eu o ouvi. E o bom era que não havia provas sobre aquelas aulas. Era prazer puro. Existe uma incompatibilidade total entre a experiência prazerosa de leitura - experiência vagabunda! - e a experiência de ler a fim de responder questionários de interpretação e compreensão. Era sempre uma tristeza quando a professora fechava o livro...

I encontro Planejamento e organização da rotina pedagógica na sala de aula


I Encontro de Formação continuada: LETRAMENTO EM PRÁTICA
Data: 14/03/2012
Horário: 08 h às 12h e de 14h às 18h
Locais:
Público alvo: Professores de 2º e ano da rede municipal de Marabá
Formadora:  Mª Joaquina
Temática: Planejamento e organização da rotina pedagógica na sala de aula
Objetivos de Ensino:
·         Refletir sobre o planejamento como instrumento que contribui para aprendizagem, por meio da gestão do tempo, as diferentes formas de organização dos conteúdos e da escolha de atividades que contemple leitura, escrita e letramento.
·         Promover a reflexão sobre a importância da organização do tempo pedagógico com foco nas modalidades organizativas.
Objetivos de Aprendizagem:
·         Reconhecer que  o planejamento intencional do trabalho pedagógico reverte em melhor aproveitamento do tempo, permitindo incluir na rotina as modalidades organizativas.
·         Discutir os conhecimentos e procedimentos para organizar o trabalho pedagógico.
·         Orientar a elaboração de uma rotina de trabalho, considerando as diferentes formas de organização dos conteúdos.
Conteúdos:
Materiais a serem utilizados:
·           Data-show
·           Notebook
·           Papel 40
·           Pincéis
AGENDA DO DIA

MANHÃ
08h00min às 08h20min - Leitura compartilhada: “O prazer de ensinar” Rubem Alves.
Encaminhamento: A formadora fará a leitura do texto: “O prazer de ensinar”, sem pretender fazer análise textual, o propósito desta leitura consiste em compartilhar um texto bem escrito.
08h20min às 09h00minApresentação dos professores-cursistas:
Encaminhamento: Deverá ser entregue a cada cursista uma ficha do seu perfil de educador, onde estarão preenchendo para ser socializada a seguir. Cada cursista deverá apresentar-se falando o nome, a escola e o ano em que atua, escolhendo um dos itens da ficha para socializar com o grupo.

09h00min às 09h30min – Apresentação do Programa de Formação
Encaminhamento:
Com auxílio do data-show, a formadora irá apresentar a estrutura e organização do programa de formação Letramento ... , mostrando como serão realizados os encontros presenciais e acompanhamentos, comentando sobre de que modo serão encaminhadas as atividades à distância, e, esclarecendo sobre como se dará a certificação ao final do programa.
09h30min às 10h00min - Instituindo o Contrato Didático.
Encaminhamento: A formadora deverá explicar o significado do contrato didático. Lembrando que o mesmo representa o conjunto de condutas para cursistas e formadoras, regulando o funcionamento do trabalho do grupo e as relações cursista-formadora-conhecimento. Solicitar que os professores em pequenos grupos definam por escrito algumas condutas necessárias à formadora, a eles próprios e entre todos. Propor um painel de discussão a partir do que os pequenos grupos estabeleceram, fazendo complementações se preciso.
10h 00min às 10h 15min - Intervalo
10h 15min às 10h 30min – Apresentação da Unidade
Encaminhamento: A formadora deverá ler os objetivos, apresentando os conteúdos que serão discutidos nesta unidade.
10h 30min às 11h 15min – Chuva de Idéias - Planejamento
Encaminhamento:
A formadora propõe aos cursistas que dê sua opinião sobre questões envolvendo a temática “planejamento”, para tanto estarão respondendo perguntas a serem lançadas ao grupo. Ao final, será apresentada uma entrevista onde um especialista no tema estará respondendo aos questionamentos discutidos.

11h 15min às 12h 00min – Leitura do texto: “Planejamento prévio do trabalho pedagógico”
Encaminhamento: A formadora divide a turma em 06 grupos para leitura dos subtemas indicados do texto: “Planejamento prévio do trabalho pedagógico”, antecipando aos grupos que posteriormente farão a socialização das leituras realizadas, ressaltando pontos relevantes.

TARDE
14h às 14h40min – Socialização da leitura do texto: “Planejamento prévio do trabalho pedagógico”.
Encaminhamento:
A formadora orienta a cada grupo que socialize a leitura feita, levantando os pontos importantes abordados no texto. A socialização deverá respeitar a disposição dos temas apresentados no texto.
14h40min às 15h10min – Análise das rotinas pedagógicas.
Encaminhamento:                                                                         
A formadora divide a turma em trios, orientando a cada trio para sortear qual rotina será analisada pelo grupo que deverá pontuar as alterações necessárias que serão socializadas posteriormente.

15h10min às 15h45min – Socialização das análises das rotinas pedagógicas.
Encaminhamento: Cada grupo deverá apresentar a análise feita. Neste momento a formadora deverá limitar-se a registrar os pontos levantados pelo grupo, retomando questões relevantes na atividade seguinte.

15h45min às 16h00min – Intervalo

16h00min às 16h40min – Elaboração dos critérios para a construção de uma rotina pedagógica adequada.
Encaminhamento
A formadora apresenta uma rotina pedagógica e analisa junto ao grupo aspectos que a torna um bom instrumento de trabalho. Em seguida faz, coletivamente, um levantamento dos critérios necessários para a construção de uma boa rotina pedagógica, devendo anotá-los no quadro ou cartaz, para posterior consulta. Tal levantamento será fruto das contribuições dos cursistas, ficando a formadora responsável pelas devidas complementações.

16h40min às 17h20min – Revisão das rotinas pedagógicas.
Encaminhamento:
Propor que aos professores revisem, individualmente, suas rotinas, realizando as alterações necessárias, tendo como base as análises e discussões anteriores que culminaram na elaboração dos critérios para a construção de uma adequada rotina pedagógica. A finalização desta atividade se fará com a reescrita das rotinas modificadas no quadro de organização das atividades que será entregue.


17h20min às 17h40min – Orientações para a atividade à distância
· Leitura dos textos: “Alfabetização: seis práticas essenciais” e “Ensinar: O quê? Como?”;
· Elaboração de relatório sobre aplicação e uso da rotina pedagógica na prática: as dificuldades e os avanços.

17h40min às 18h00min – Avaliação do encontro.

Bibliografia:
WEISZ, Telma. Programa de formação de professores alfabetizadores. Módulo II
unidade 7-8.
WEISZ, Telma. Uma estratégia para auxiliar a revisão de aspectos discursivos
dos textos produzidos pelos alunos. In. Programa de formação de professores
alfabetizadores. Módulo II unidade 7.

Rotina semanal para 2º ano



                                                                      2º Ano 1º ciclo
Hora
Segunda-feira
Terça-feira
Quarta-feira
Quinta-feira
Sexta-feira




7:30 às 8:30
Líng.Port.Ativ.Permanente:
Leitura feita pelo prof. de conto de fada.
Líng.Port.Ativ.Permanente:
Leitura feita pelo prof. de texto informativo ou instrucional
Líng.Port.Ativ.Permanente:
Leitura feita pelo prof. de poema
Líng.Port.Ativ.Permanente:
Leitura feita pelo prof.: de fábula.
Líng.Port.Ativ.Permanente:
Leitura feita pelo prof. de piada
Roda de Leitura Livre
Empréstimos de livros e/ou fichas para leitura
Língua Portuguesa
Seq. didática/Parlendas
Atividade de leitura
Leitura pelo aluno com ajuste oral/escrito
Reconstrução textual


Matemática
Língua Portuguesa
Atividade do Projeto
Cantigas de Ninar
Língua Portuguesa
Atividade permanente escrita
Lista Compor/Completar/
Cruzadinha

Geografia


8:30 ás 9:30
Língua Portuguesa
Seq. Didática/Parlendas
Atividade de Escrita
Texto lacunado
Escrita de memória
Revisão(construção da escrita)
Matemática
Língua Portuguesa
Atividade do Projeto
Cantigas de Ninar
Língua Portuguesa
Atividade Permanente Listas  (leitura)
Ordem alfabética
Identificação
Cruzadinha (com banco)

Atividade habitual de Jogos (foca, bingo, dominó etc.)

Religião

9:30 às 9:45
Recreio
Recreio
Recreio
Recreio
Recreio

9:45 às 10:30

Matemática
Ciências
História


Educação Física

Arte

10:30 às 11:30

Matemática
Ciências


História

Educação Física
Artes

II encontro "Letramento em Ação" Alfabetização: Concepção e Prática


II Encontro de Formação continuada: LETRAMENTO EM PRÁTICA
Data: 12/04/2012
Horário: 08 h às 12h e de 14h às 18h
Locais: E.M.E.F Elinda  Simplício Costa
Público alvo: Professores de 2º e ano da rede municipal de Marabá
Formadora: Mª Joaquina
Temática: ALFABETIZAÇÃO: CONCEPÇÃO E PRÁTICA
Objetivos de Ensino:

·         Estimular os professores a observarem de maneira investigativa as produções escritas de seus alunos, para que encontrem nelas elementos que lhes permitam compreender o momento de aprendizagem de cada um.
·        Possibilitar a reflexão sobre a importância da concepção de ensino aprendizagem que subjaz a prática docente.
·        Promover a discussão sobre o lúdico ou o uso dos jogos para apropriação do sistema de escrita.
Objetivos de Aprendizagem:
·         Evidenciar o quanto a produção dos alunos informa o professor sobre o que eles pensam e o que sabem sobre a escrita
·         Analisar amostras infantis, afim de que reconhecendo os níveis possam propor situações didática que levem as crianças a avançar nas suas hipóteses.   
·         Saber utilizar os jogos em sala de aula, como recurso para a apropriação do sistema de escrita.
Conteúdos:
·         Hipóteses de escrita.
·         Concepção de ensino e de aprendizagem
·         O lúdico na alfabetização
Materiais a serem utilizados:
·           Data-show
·           Notebook
·           Papel 40
·           Pincéis
·           DVD
AGENDA DO DIA

MANHÃ
08h00min às 08h20min - Leitura compartilhada:
Encaminhamento: A formadora fará a leitura do texto: “Poema em linha reta”, sem pretender fazer análise textual, o propósito desta leitura consiste em compartilhar um texto bem escrito.

08h20min às 09h15min– Chuva de ideias
Encaminhamento: Será apresentado para os cursistas vídeo: “capturando o vento”, logo após circulará um vidro contendo alguns questionamentos que deverá ser lido e debatido na turma.
09h15min às 09h35min– Apresentação do texto: Ideias, concepções e teorias que sustentam a prática de qualquer professor, mesmo quando ele não tem consciência delas.
Encaminhamento: Com apoio do data-show, a formadora apresentará os principais pontos abordados no texto, estabelecendo um comparativo entre a concepção de ensino tradicional e a construtivista.
09h35min às 10h10min– Levantamento de conhecimentos prévios
Encaminhamento: A formadora solicitará que individualmente os professores analisem amostras de escrita, a fim de identificarem os níveis de escrita infantis. Nesse momento a formadora não se posiciona, apenas informa que essa atividade será retomada posteriormente.

10h 10min às 10h25min – Intervalo

10h25min às 11h 00min – Leitura do texto: “Ideias infantis sobre a escrita”.
Encaminhamento: A formadora orienta que cada cursista leia o texto: “Ideias infantis sobre a escrita”, anotando no caderno de registro as considerações e dúvidas a serem levantados no grupo.

11h 00min às 12h00min– Retomada da análise das amostras de escrita infantis.
Encaminhamento:
A formadora com o apoio do data-show, propõe ao grupo que apresentem o resultado das análises feitas, esclarecendo dúvidas e fazendo as devidas considerações a fim de ampliar os conhecimentos sobre as hipóteses de escrita.

TARDE
14h às 14h50min– Apresentação da sequência didática: parlendas.
Encaminhamento: A formadora apresenta a sequência didática: parlendas, focando o planejamento de uma das atividades a ser desenvolvida, evidenciando os agrupamentos e a adequação da proposta, objetivos e outros.

14h50min às 15h10min– Leitura da entrevista: “A importância do jogo na aprendizagem.”
Encaminhamento:
Antes de realizar a leitura, a formadora faz um levantamento sobre a prática do uso do lúdico na alfabetização. A seguir, orienta a leitura coletiva da entrevista, fazendo as considerações necessárias e socializando informações.

15h10min às 15h30min – Exibição de trecho do vídeo: O lúdico na sala de aula.
Encaminhamento:                                                                         
A formadora providencia a exibição do vídeo, realizando pausas necessárias.

15h30min às 15h45min – Intervalo

15h45min às 17h20min Apresentação e confecção do jogo: “a corrida das palavras”.
Encaminhamento: A formadora apresenta os materiais usados no jogo: a corrida das palavras, e orienta aos professores que, agrupados por escola, confeccionem um material semelhante. Aqueles que já conhecem e possuem o citado jogo, receberá a proposta para construção de outro jogo.

17h20min às 17h40min – Orientações para a atividade à distância
· Aplicação dos jogos e das atividades da sequência em sala de aula, planejados durante o encontro de formação. Tal aplicação será socializada no próximo encontro.
· Leitura dos textos: “A aprendizagem nunca termina” e “Interação”, com o objetivo de aprofundar os conhecimentos sobre os temas abordados na formação presencial.

17h40min às 18h00min – Avaliação do encontro.

Bibliografia:
WEISZ, Telma. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo, Ática, 1999.
CURTO, Maruny Lluis. Escrever e Ler. Como as crianças aprendem e como o professor pode ensiná-las a escrever e a ler. Maribel Ministral Morillo e Manuel Miralles Teixidó; Trad. Ernani Rosa – Porto Alegre: Artmed Ed 2000.
REVISTA NOVA ESCOLA, Alfabetização. Edição Especial nº 22, março de 2009.
REVISTA NOVA ESCOLA, ano XXV. Nº 237, novembro de 2010.
PRO LETRAMENTO DE LINGUAGEM, Fascículo 05. O lúdico na sala de aula. Ministério da Educação. Brasília, 2008.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Projeto de Formação "Letramento em Prática

Para dar continuidade a formação de professores de Marabá a Secretaria de Educação   junto a equipe de formadores construiu projetos de formação por seguimento ou area de conhecimento, os mesmos atende os professores da Educação Infantil ao  Nono ano do Ensino Fundamental. Para o segundo e terceiro ano do primeiro ciclo do ensino Fundamental estão à frente do projeto as professoras formadoras Maria Joaquina, Leuziane e Taciana, o projeto foi construida com base em indicativos previamente apresentados  pelos professores na formação anterior em termo de temática e metodologia.Leia abaixo:
PREFEITO DE MARABÁ
Maurino Magalhães de Lima


SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
Ney Calandrini de Azevedo


DIRETOR DE ENSINO
José Orlando Lima de Moraes


COORDENADOR DO DEPTº DE PROGRAMAS, PROJETOSE FORMAÇÃO CONTINUADA
Edson Rodrigues dos Anjos

COORDENADORA DO PROJETO
Luciléia Alves dos S. Silva


FORMADORES

Glendon da Costa Silva
Kênia Cristina Santos Monteiro
Leuziane Oliveira dos Santos
Maria Joaquina Silva Sousa
                                                     Marta Pereira da Silva
Taciana Vicente Araujo


EQUIPE DE ELABORAÇÃO DO PROJETO

Kênia Cristina Santos Monteiro
(Licenciada em Letras)

Leuziane Oliveira dos Santos
(Pedagoga, especializanda em Gestão, Orientação e Supervisão escolar)


Luciléia Alves dos Santos Silva
(Pedagoga, pós graduada em Língua Portuguesa: uma abordagem textual)


Maria Joaquina Silva Sousa
                                                   (Pedagoga)


Taciana Vicente Araujo
                                                   (Pedagoga)






“Herdando a experiência adquirida, criando e recriando, integrando-se às condições de seu contexto, respondendo a seus desafios, objetivando-se a si próprio, discernindo, transcendendo, lança-se o homem num domínio que lhe é exclusivo – o da História e o da Cultura.”
Paulo Freire


APRESENTAÇÃO

O Projeto Letramento em Prática é um curso de Formação Continuada teórico com aprofundamento na prática docente, destinado aos professores regentes em sala de aula do 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental.  Este projeto é realizado pela Prefeitura de Marabá através da Secretaria Municipal de Educação/Departamento de Programas, Projetos e Formação Continuada, apoiado em dois pilares básicos: a ampliação do universo de conhecimento dos professores e dos alunos e a reflexão e ação na e sobre a prática pedagógica.
A finalidade dessa proposta é promover melhoria na qualidade do ensino e aprendizagem na área de alfabetização e linguagem, acrescentando aos conhecimentos dos professores, um trabalho marcado pela inquietação e pelo desejo de oferecer aos alunos um percurso na escola sustentado por uma cultura letrada. Para tanto, busca-se aliar o conhecimento teórico a uma reflexão sobre as situações reais observáveis na sala de aula.

A estrutura dessa formação está alicerçada na modalidade semipresencial com atividades presenciais e à distância que serão acompanhadas pelos formadores. A duração deste curso será de dois anos, organizado no sistema de revezamento de áreas entre os professores cursistas, ou seja, os cursistas que fizeram linguagem no ano seguinte farão matemática e vice-versa, contemplando os pólos: Nova Marabá, Cidade Nova, Marabá Pioneira, Morada Nova e São Félix.

Sabemos que a qualificação do ensino envolve muitos fatores e o principal deles é criar situações de ensino e aprendizagens significativas, agindo intencionalmente na organização pedagógica e nos encaminhamentos didáticos. Para isso, essa proposta orientará o educador a compreender progressivamente as propriedades dos conteúdos que ensina e o modo de como os aprendizes as internalizam.

E para assegurar uma formação continuada em função da ampliação do universo cultural desses professores e de melhoria na sua atuação profissional, o presente projeto apresenta-se com atividades desafiadoras que respondem aos distintos usos na função social, possibilitando às crianças a interação com maior variedade de materiais escritos, estabelecendo critérios de agrupamentos produtivos e realizando intervenções adequadas às necessidades individuais e coletivas da turma.

Outro aspecto considerado nesta proposta como princípio norteador é a autonomia do professor como condutor desse processo, inserido em um contexto que envolve: registros das práticas desenvolvidas no âmbito da formação e na sala de aula; tematização da própria prática; leituras e reflexões acerca do tema em discussão; análise das situações didáticas (escritas e/ou vídeos) e planejamentos. Além desses aspectos, será incluído nos encontros presenciais: um momento para os cursistas realizarem leituras literárias para absoluto deleite, tendo inicialmente o formador como leitor-modelo e o quadro Chuva de ideias - Tira dúvidas. E no decorrer desta formação será integrado o projeto Leitura em família, onde os alunos selecionarão e levarão numa sacola, uma vez por semana, um livro para ler com a família.

Esses conteúdos serão aprofundados de maneira progressiva e contínua, planejadas no âmbito dos projetos didáticos, das sequências de atividades e das atividades habituais de leitura e escrita inseridos na rotina das aulas— os quais serão objetos de estudo dos professores, possibilitando dessa forma, o estabelecimento de novas compreensões e reflexões, à medida que estiverem inseridos numa rede de formação.

JUSTIFICATIVA
        Ao longo dos últimos anos a formação continuada na nossa rede de ensino apresenta-se como aliada do professor não somente como um complemento da formação inicial, mas compreendendo que o conhecimento jamais pode ser visto como algo completo e/ou esgotado, pois está em constante inovação.

A busca pela qualidade de ensino é um dos pilares que torna a formação continuada indispensável, pois vem favorecer para que as práticas dos professores sejam sedimentadas no aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver, possibilitando o caráter reflexivo, considerando a prática do professor como resultado da reflexão teórica junto à prática analisada e contextualizada, permitindo assim redimensionarem sua profissionalidade, na medida em que se constituem como sujeitos de suas práticas, analistas do contexto em que atuam, articuladores dos conhecimentos teóricos, com as dinâmicas sociais e as necessidades de aprendizagem de seus alunos.
Tendo em vista que ainda sentimos necessidades de aprofundar no processo de formação vivenciado pelos professores, observando a incoerência entre o que se discute no município sobre a aprendizagem dos alunos e o modo em que parte desses docentes ainda sustenta sua prática. E considerando especialmente que o ensino da língua passa por etapas de transformação, resultado principalmente de inserção de novas tecnologias, o que requer do professor a busca pela atualização e compreensão dos meios que possibilitem o universo da língua com fins de uso como prática social, é que elaboramos o Projeto Letramento em Prática.
Dessa forma esta proposta pretende oferecer elementos que aproximem a formação continuada dos objetivos, conteúdos e metodologias da escola, levando em conta o contexto escolar, projeto pedagógico e a proposta curricular do município, visando trabalhar o ensino de Língua Portuguesa  não de forma geral, mas particularizada, atendendo as particularidades e especificidades de cada ano do ciclo de forma a garantir uma melhor qualidade de ensino pelos professores em sala de aula, fazendo da escola um âmbito onde leitura e escrita sejam práticas vivas e vitais.
È necessário compreendermos a formação como parte integrada do processo ensino e aprendizagem, onde  secretaria de educação, escola e comunidade possibilite a prática de situações de aprendizagem que torne os alunos leitores e escritores competentes e cidadãos conscientes e atuantes na cultura letrada.
É importante também que não se perca de vista outro pilar que dá sustentação à formação contínua do professor que diz respeito ao desenvolvimento de atitude investigativa, autônoma, capaz de refletir, analisar criar e recriar novas posturas. Para (ESTRELA, 2002 p.149) A formação continuada “é um problema de devir e de desenvolvimento da pessoa professor que forma sua consciência, entendida como capacidade de reflexão sobre o mundo, sobre as próprias atividades e sobre si mesmo, uma consciência inserida na consciência social e na consciência profissional”.
Portanto, se faz necessário que os professores deixem de ser meros consumidores de conhecimentos e passem a produzi-los, numa perspectiva colaborativa, valorizando a si e as suas experiências, seus parceiros, construindo um novo olhar a partir do cotidiano da escola.


OBJETIVO GERAL

Oferecer suporte à ação pedagógica dos professores dos anos/séries iniciais do ensino fundamental, contribuindo para elevar a qualidade do ensino e da aprendizagem em alfabetização e letramento, bem como provocar transformações na qualidade do ensino, tornando os professores competentes e autônomos para: imprimir ao seu trabalho as diretrizes curriculares de seu Município, incorporando as diretrizes curriculares nacionais e adequando às condições locais.


EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGENS DOS PROFESSORES

ü  Planejar situações de aprendizagem efetiva e de qualidade, considerando a realidade cultural e as expectativas dos alunos, sua maneira de aprender e as características das áreas de alfabetização e linguagem.

ü Desenvolver situações de aprendizagem, de modo a mobilizar interesses, experiências e conceitos prévios dos alunos e a estimulá-los a construir novos conhecimentos.

ü  Dominar conceitos básicos e relações entre conceitos do campo de conhecimento sobre o desenvolvimento e a aprendizagem, considerando as especificidades da faixa etária correspondente aos  quatro dos 5 anos iniciais do ensino fundamental.

ü  Contribuir para o debate e a reflexão sobre o papel da escola e do professor na perspectiva do desenvolvimento de uma prática de transformação da ação pedagógica.

ü  Criar espaços de aprendizagem coletiva, incentivando a prática de encontros para estudar a troca de experiências e o trabalho coletivo nas escolas.




FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
A formação continuada na área de linguagem e alfabetização pretendida aos professores do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental deve atender à concepção de ensino e aprendizagem presente atualmente na rede municipal de educação de Marabá. Tal concepção pressupõe o ensino como forma planejada de dar condições para o aluno avançar seus conhecimentos e aprendizagem como ato reflexivo e ação de significação mental por parte do aprendiz, que é visto como sujeito formulador de hipóteses, dotado de conhecimentos os quais devem ser mobilizados para a assimilação de novos saberes. Segundo WEISZ (2002), cabe ao professor dar as condições para que o aluno possa exercer a sua ação de aprender, proporcionando a ele situações didáticas que favoreçam tal aprendizagem.


Diante desta concepção busca-se formatar um programa de formação que atenda as necessidades didáticas dos professores envolvidos, valorizando os saberes e conceitos já consolidados e presentes em suas práticas, e, a partir disso, introduzir novas informações, promover a problematização de temas e levar tais professores à refletirem sobre conceitos e práticas ainda não incorporadas no cotidiano escolar.


“O professor precisa compreender o caminho de aprendizagem que o aluno está percorrendo naquele momento e, em função disso, identificar as informações e as atividades que permitam a ele avançar do patamar de conhecimentos que já conquistou para outro mais evoluído.” (WEISZ: 2002, pág.)

Como aprendiz, caberá a cada professor o envolvimento nesse processo formativo, buscando desenvolver sua autonomia intelectual, agindo sobre os conteúdos a serem abordados durante os períodos formativos como objeto do conhecimento a ser internalizado.


“O tempo da aprendizagem é o presente [...] Não importa se este presente é longo ou breve, mas sim o interesse, a qualidade das ações e os recursos mobilizados nos processos de interação do sujeito com seus objetos de saber.” (MACEDO: 2010, 182).

MACEDO (2010) esclarece ainda que embora o ensinar pressuponha uma etapa inicial e final, sendo tais etapas planejadas com base em objetivos propostos, o ato de aprender não possui a mesma correspondência temporal, pois ele é mediado pelo sujeito aprendiz que estabelece um tempo de aprendizagem atendendo às suas necessidades individuais e a suas motivações. Sendo assim, embora se compreenda um projeto de formação com período definido, supõe-se que as aprendizagens que surgirão dele não poderão ser mensuradas ou concluídas, pois se refarão cotidianamente nas práticas dos professores.


Considera-se ainda a importância de que tal programa formativo se desenvolva de modo continuado por entender a necessidade de estarem sendo articulados conceitos e procedimentos que se buscará efetivar nas práticas dos professores envolvidos dentro de um processo formativo demandante de tempo. Desse modo, não se busca um trabalho formativo episódico ou isolado, mas algo periódico, sistemático e processual. Segundo MORAES (2010), devemos assumir a formação de professores como tarefa contínua, nunca concluída.


Os conteúdos na área de linguagem a serem abordados durante o processo formativo pretendido atenderão às necessidades da rede de ensino, particularmente às turmas do 1º ou 5º ano, devendo ser enfatizados conceitos e procedimentos didáticos que levam os professores a ampliarem seus conhecimentos quanto ao ensino na Língua portuguesa e à didática da alfabetização.


Embora a rede municipal de ensino já tenha vivenciado outros programas formativos na área de linguagem e alfabetização, pretende-se dar continuidade às discussões e estudos nesta área, buscando aprofundamento especialmente no que toca ao planejamento de situações didáticas adequadas e autênticas de leitura, escrita e oralidade.


Entende-se como situações didáticas autênticas de leitura e escrita aquelas que são desenvolvidas dentro de práticas sociais reais. Segundo COLOMER & CAMPS (2002), é condição fundamental ao se ensinar a ler e escrever que sejam oportunizados aos alunos a vivência de tais conteúdos em contextos reais, tendo claro os objetivos e a intenção comunicativa. Diante disso, serão oferecidos momentos formativos que levem os professores a refletirem sobre de que modo se dá o ensino da linguagem escrita nas práticas educativas que desenvolvem juntos aos seus alunos, a analisarem o planejamento destas práticas, e, a introduzirem procedimentos didáticos efetivos. Para tanto, é preciso que os professores estejam expostos a novas idéias, conceitos e práticas e apropriem-se de conhecimentos específicos na área da didática, os quais serão priorizados ao longo da formação prevista.


CARACTERIZAÇÃO DO PROJETO

     PÚBLICO ALVO:
      Esta formação atenderá 550 cursistas, sendo estes, professores regentes de classe que atuam     com alunos de 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental, concursados ou contratados em vaga.

     ESTRUTURA DE FUNCIONAMENTO
Tempo previsto de duração do curso: 2 anos, sendo que 1 ano será para linguagem e 1 para matemática no período de  14/03/2012 a 06/11/2012.
O curso terá duração de 96 horas, assim distribuídos:

1.      Encontros presenciais com a carga horária de 64 horas.
§  08 encontros de 8 horas mensais, sendo que o último encontro contempla o encerramento do curso com workshopp.

2.      Atividades à distância correspondem a 32 horas, contemplando:
§  Registros ( relatórios, fotos  e vídeos);
§  Planejamentos;
§  Aplicação das atividades em sala de aula;
§  Leituras complementares.

       Distribuição da carga horária nos encontros presenciais.

DATA
MÊS
14
Março
12
Abril
9
Maio
13
Junho
14
Agosto
12
Setembro
4
Outubro
6
Novembro








A formação acontecerá uma vez por mês nos turno matutino e vespertino, com oito horas de duração para Alfabetização e Linguagem e oito horas para Matemática, Esses cursistas terão uma hora por semana na escola no horário da disciplina de Educação Física ou Artes para realizar as atividades orientadas pela sua formadora. Caso não tenha esses profissionais na escola terão direito de 2 horas, uma vez ao mês a ser negociado com o(a) diretor(a) e coordenador(a)  pedagógico(a).

           REVEZAMENTO
No revezamento terão direito de realizar inscrição: cursistas que participaram da 1ª etapa­professores de 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, ou seja, os professores que estavam na 1ª etapa cursando Língua portuguesa, no revezamento, farão Matemática e vice-versa.
           É importante ressaltar que o professor cursista será certificado considerando a carga horária obtida.




ORGANIZAÇÃO DAS TURMAS __ 1ª ETAPA
Esse projeto contemplará 12 (doze) turmas que serão distribuídas entre 06(seis) tutores que mediarão os estudos de Linguagem e 6(seis)  tutores de Matemática, perfazendo um total aproximado de 25 a 40  professores para cada formador.



2º e 3º anos
QUANTIDADE
     DE TURMAS

FORMADOR (A)
ESCOLA
QUANTIDADE        DE PROFESSORES
POR          ESCOLA
TOTAL
DE PROFESSORES






         
          01






Leuziane Oliveira dos Santos
























        





          01






Maria Joaquina Silva Sousa






















       






         01






Taciana Vicente Araujo






























4º e 5º anos
QUANTIDADE
     DE TURMAS

FORMADOR (A)
ESCOLA
QUANTIDADE        DE PROFESSORES
POR          ESCOLA
TOTAL
DE PROFESSORES






          01





Kênia Cristina Santos Monteiro






















        





         01






Marta Pereira da Silva






















        




          01





Glendon da Costa Silva





























ORGANIZAÇÃO DAS UNIDADES

Essa proposta será organizada em oito unidades, nas quais constará texto de fundamentação teórica, dicas do formador, análise e planejamento de situações didáticas, registro, Chuva de ideias. Os encontros de formação contarão com a seguinte dinâmica:
ü  Leitura compartilhada;
ü  Socialização das atividades realizadas;
ü  Momento Chuva de ideias com base em uma temática (entrevistas, dicas e etc...)
ü  Estudo do texto de fundamentação teórica;
ü  Planejamento de atividades ( diário, sequência didática, projetos, etc.) ou oficinas;
ü  Avaliação dos encontros.

MATERIAIS QUE COMPÕEM O PROJETO

Essa proposta é composta por materiais escritos e vídeos.
A escola receberá um caderno/ proposta de estudo + 1 DVD contendo projetos didáticos.
Cada professor cursista receberá 1 DVD contendo projetos didáticos e um caderno/ proposta de estudo.
ü  Textos extraídos de livros, revistas, internet, etc;
ü  Entrevistas com especialistas;
ü  Jogos pedagógicos;
ü  Dicas do formador;


ACOMPANHAMENTO PEDAGÓGICO

       O acompanhamento pedagógico será realizado de forma presencial e online.
       O acompanhamento pedagógico realizado na escola será bimestralmente. No entanto, os professores cursistas serão atendidos mensalmente pelo formador responsável, ou seja, no mês em que a escola não estiver no cronograma de atendimento presencial, esta será atendida de forma online, com data previamente definida.

        O tempo destinado para o acompanhamento será de oito dias, distribuído da seguinte forma: cinco dias para acompanhamento presencial na própria escola e três dias para acompanhamento online.

        No acompanhamento será contemplado:
·         Orientação de atividades propostas no encontro presencial;
·         Orientação do planejamento (se necessário, planejar junto com o professor);
·         Análise e devolutiva de planejamentos, projetos, atividades e relatórios;
·         Observação de aplicação da aula/atividade planejada;
·         Observação do ambiente alfabetizador.
  • Blog da turma _ Plantão das dúvidas.
·         Auxílio pedagógico no que for necessário para avançar nas aprendizagens de professores e de seus respectivos alunos.

TRABALHO EM EQUIPE ___ AÇÃO DE CADA UM

Coordenadora do projeto
 A coordenadora é uma profissional da Secretaria de Educação e a sua função é:
ü  Acompanhar e dinamizar formação continua no município;
ü  Participar das reuniões e dos encontros agendados pelo departamento de formação;
ü  Subsidiar as ações dos formadores;
ü  Tomar decisões de caráter administrativo e logístico;
ü  Garantir condições materiais e institucionais para o desenvolvimento da formação.

Formador (a)
     O (a) formador(a) é o(a) profissional que assume a missão de articulação de todo o sistema de ensino e aprendizagem, quer na modalidade semipresencial, quer na modalidade a distância.

     O (a) formador(a) tem papel fundamental, pois garante a inter-relação personalizada e contínua do cursista no sistema e viabiliza a articulação necessária entre os elementos do processo e execução dos objetivos propostos. Sendo assim, esse profissional será o responsável por um conjunto de ações educativas que contribuirão para desenvolver e potencializar as capacidades básicas dos professores em formação, orientando-os a obterem crescimento intelectual e ajudando-os a tomar decisões em vista de seus desempenhos e participação como aluno.
       Como mediador nesse processo, o formador estará atuando como interprete do curso junto ao aluno, esclarecendo suas dúvidas, articulando teoria e prática. É acompanhando o cotidiano desse professor cursista que se torna possível avaliar se ele está desenvolvendo um processo de ação-reflexão-ação, que lhe permita, com o auxílio da teoria, pensar sua prática e tentar modificá-la. Portanto, o professor formador deve acompanhar, motivar, orientar estimular a aprendizagem autônoma do cursista utilizando metodologias adequadas para facilitar a aprendizagem.

Indicativos para a prática do professor formador:
ü  Atuar como mediador, conhecer a realidade dos professores em todas as dimensões (pessoal, profissional, social, familiar, etc);
ü  Expressar uma atitude de receptividade diante do professor e assegurar um clima motivacional;
ü  Oferecer possibilidades permanentes de diálogo, saber ouvir, ser empático e manter uma atitude de cooperação;
ü  Usar exemplos ligados a situações reais dos professores para que na aprendizagem intervenham de forma sistemática;
ü  Considerar os conhecimentos teóricos e práticos que os professores possuem para que possam aprofundá-lo de acordo com a temática em estudo;
ü  Incentivar os professores a terem curiosidade pelo desconhecido e para a pesquisa.

Professor (a)
       O professor é o sujeito, o construtor da própria aprendizagem e tem a possibilidade de conduzi-lo de um modo próprio, mais adequado às suas necessidades e possibilidade. Portanto, participar de um curso de formação não é simplesmente para aguçar o intelecto e sim, para que o trabalho de sala de aula seja produtivo e para que as crianças possam avançar em sues conhecimentos. Nesse sentido, o professor cursista além de participar dos encontros presenciais deverá também estudar o material uma hora por semana e obrigatoriamente aplicar o conteúdo da formação em sala de aula para os alunos. Tendo em vista que sala de aula é um laboratório onde devemos testar nossas aprendizagens.

Coordenador (a) da escola
    O professor coordenador deve oferecer condições para que o professor cursista possa aplicar na sala de aula as atividades sugeridas pelo formador, uma vez que o propósito desse projeto é elevar a aprendizagem dos alunos com qualidade. Para tanto, o coordenador pedagógico deverá incentivar os professores e orientá-los na ausência do formador.

CRONGRAMA DE TRABALHO (em anexo)

AVALIAÇÃO

Os cursistas serão avaliados mediante as seguintes atividades:
ü  Assiduidade nos encontros presenciais;
ü  Participar ativamente das atividades propostas nos encontros presenciais;
ü  Realizar as atividades individuais à distância;
ü  Desenvolver as atividades propostas para a sala de aula;
ü  Construção de um caderno de registro contendo as discussões pertinentes dos encontros de formação e registros das atividades a distância;
ü  Escrever relatórios de atividades realizadas na escola.

BIBLIOGRAFIA
COLOMER, Tereza & CAMPS, Anna. Ensinar a ler e, ensinar a compreender; tradução Fátima Murad – Porto Alegre: Artmed, 2002.
FERRERA, Naura Syria Carapeto (org.). Formação Continuada e Gestão da Educação.- 2ª edição- São Paulo: Cortez, 2006.
WEISZ, Telma. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Editora Ática, 2002.
MACEDO, Lino de. 30 Olhares para o futuro. São Paulo: Escola da Vila – Centro de Formação, 2010.
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